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Região

Almoçar por 3,50 euros sem sair da empresa

Serviço inovador já chega a 80 empresas de Barcelos, Esposende, Guimarães e Braga.

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Kit Refeição. Foto: Divulgação

“Almoçar na empresa nunca foi tão fácil. Levamos a refeição à empresa e recolhemos tudo no fim”. É esta a proposta feita pela empresa Catering Vilas Boas, com base em Manhente, entre Barcelos e Braga, com rotas que se estendem por estes dois concelhos e por Guimarães, Esposende e Maia, no distrito do Porto.

O processo é simples: faz a encomenda, levam-lhe a refeição à empresa e recolhem tudo no fim. “A única preocupação? Desfrutar da refeição”, dizem.

Transporte de comida. Foto: Divulgação

O proprietário da empresa e impulsionador deste conceito é Ricardo Vilas Boas que assume que “o objetivo é oferecer uma solução diferente, prática e económica para a hora de almoço, sem esquecer a qualidade da comida”. Essa é, aliás, uma das grandes vantagens deste conceito, para o próprio – a relação qualidade-preço.

‘Flyer’da Ricardo Vilas Boas Catering. Foto: Divulgação

A refeição entregue é constituída por prato, sopa, pão, bebida, salada e sobremesa, e é confeccionada no próprio dia e embalada em caixas térmicas (Kits Refeição, na imagem) para que a temperatura se mantenha por aproximadamente três horas. Por dia, são quatro os pratos à disposição: carne, peixe, dieta e vegetariano.

Alguns clientes do ‘Kit Refeição’. Foto: Divulgação

Atualmente, a empresa já chega a mais de 80 empresas, mas ainda quer chegar a mais – e mais longe – pelo que alargar o número de rotas é um objetivo em mente.

“Pretendemos crescer nas cidades onde já efetuamos entregas e alargar as rotas às grandes cidades, onde sabemos que o núcleo de empresas é muito diversificado”, refere Ricardo Vilas Boas.

A ideia de levar comida às empresas surgiu numa viagem à Alemanha.

“Reparei que muitas empresas fazem este tipo de serviço”, confidencia o empreendedor, acrescentando que, “automaticamente pensei: tenho que levar isto para Portugal”. E foi assim que o Catering Vilas Boas trouxe para o nosso país este conceito inovador, prático e económico que já está a revolucionar a hora da refeição nas empresas.

Tome Nota

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Vídeo: Divulgação

Empresa: Catering Vilas Boas
Rua Monte da Gandra
Nº410, Manhente – Barcelos

E-mail: [email protected]

Telefone: 253 844 222
Telemóvel: 961 344 002

Ementa/ Site: ricardovilasboas.pt/kit-refeicao

No Facebook: @Ricardo Vilas Boas Catering

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Viana do Castelo

Resistentes do prédio Coutinho em Viana esperam que tribunal trave despejo

Providência cautelar

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Foto: DR / Arquivo

Ao terceiro dia, os nove moradores de seis frações do prédio Coutinho, em Viana do Castelo, resistem já sem água e sem gás, aguardando que o tribunal aceite a providência cautelar que interpuseram na segunda-feira para travar o despejo.

“É só isso que queremos. Que o tribunal se pronuncie sobre a providência cautelar que interpusemos na segunda-feira” para travar o despejo, afirmou hoje à Lusa Francisco Rocha, que desde segunda-feira não abandona o apartamento de três assoalhadas, no oitavo andar daquele prédio, que comprou na década de 70.

Contactada hoje pela Lusa, fonte do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) disse “ainda não haver despacho da providência cautelar que deverá ser hoje apreciada pelo juiz”.

Francisco Rocha e a mulher, de 73 e 72 anos, respetivamente, dizem que vão resistir “até à morte”.

“Não temos água desde segunda-feira, o gás foi cortado na terça-feira, cerca das 18:00, e luz ainda temos. Não tomámos banho, cheiramos mal, a comida tem chegado pela janela. Temos amigos que nos fazem chegar através de uma corda. Já comprei uma espécie de roldana para puxar uma botija de gás. Cá nos arranjaremos”, afirmou Francisco Rocha.

O morador adiantou que “quem sair do prédio não volta a entrar”.

O advogado dos moradores, Magalhães Sant’Ana, chegou ao edifício Jardim, localmente conhecido por prédio Coutinho, cerca das 10:30, para reunir com os últimos moradores.

Esta ação de despejo estava prevista cumprir-se às 09:00 de segunda-feira, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, de abril, que declarou improcedente a providência cautelar movida pelos moradores em março de 2018.

Na terça-feira, à Lusa, a VianaPolis informou que, “das 105 frações do prédio Coutinho, seis estão por entregar e são habitadas por nove pessoas”, estando em curso negociações com vista a um acordo com os últimos moradores.

“Continuam a decorrer contactos com os residentes no sentido de uma saída voluntária, estando a VianaPolis disponível para chegar a acordo como chegou com os proprietários de 22 frações que, na segunda-feira, entregaram voluntariamente as chaves dos apartamentos”, sustentou a fonte da sociedade que gere o programa Polis de Viana do Castelo que prevê, desde 2000, a desconstrução do imóvel de 13 andares.

A fonte da VianaPolis “apelou ao bom senso dos ocupantes das frações do edifício Jardim para que cumpram a lei e as decisões dos tribunais”.

Referiu ainda que, na segunda-feira, a “sociedade foi notificada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) da ação de intimação pela defesa dos direitos, liberdades e garantias”, também movida pelo advogado dos moradores e interposta no dia 19.

“Não tendo esta notificação efeitos suspensivos, a VianaPolis irá responder ao tribunal dentro do prazo previsto”, referiu.

A fonte daquela sociedade explicou que “só podem entrar no edifício pessoas autorizadas”.

“Os moradores podem sair livremente. A entrada só com autorização da VianaPolis”, reforçou, adiantando que “a suspensão do fornecimento de água ao prédio já foi concretizada e que ainda hoje será cortado o abastecimento de gás”.

Na segunda-feira, os últimos 11 moradores no edifício recusaram entregar a chave das habitações à VianaPolis, no prazo fixado pela sociedade que gere o programa Polis, para tomar posse administrativa das últimas frações do edifício.

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Braga

Circuito turístico “Braga e Bom-Jesus Tour” já está disponível

Turismo

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Foto: DR/Arquivo

Os TUB – Transportes Urbanos de Braga retomam esta terça-feira, e até o dia 30 de setembro, o circuito turístico ‘Braga e Bom-Jesus Tour’.

O circuito que funciona em parceria com a Carristur dispõe de oito viagens diárias, entre as 10:00 e as 17:00, com uma duração aproximada de uma hora.

O circuito tem inicio na Avenida Central e percorre os principais pontos de interesse turístico da cidade. No percurso destaca-se uma paragem junto ao Posto de Turismo, bem como uma paragem junto ao pórtico do Bom Jesus.

O circuito permite, ainda, fazer a ligação ao funicular do Bom Jesus, à Estação Central de Camionagem e à Estação do Caminho de Ferro. Este serviço dispõe de um sistema áudio que está disponível em seis línguas: português, inglês, espanhol, alemão, francês e italiano.

O preço dos bilhetes é de 12 euros para adultos e 6 euros para as crianças. Grupos com quatro ou mais pessoas usufruem de desconto de 10%. Os bilhetes podem ser adquiridos a bordo ou nos agentes identificados para o efeito.

O bilhete permite, ainda, realizar a viagem de ida e volta no funicular do Bom Jesus, bem como, viajar em toda a rede dos Transportes Urbanos de Braga.

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Viana do Castelo

Lisboa e Viana vão ser ligadas por Intercidades

Investimento global de 80 milhões

em

Foto: DR/Arquivo

A CP (Comboios de Portugal) vai inaugurar uma ligação directa em serviço Intercidades entre Viana do Castelo e Lisboa em julho, quando for inaugurada a primeira fase da electrificação da linha do Minho.

No troço Nine-Viana, estes comboios vão efectuar paragem nas localidades de Trofa, Famalicão, Nine, Barcelos e Barroselas.

Só haverá um comboio directo em cada sentido, estando a oferta programada para se sair de Viana de manhã e chegar a Lisboa ao meio-dia. O regresso de Santa Apolónia pelas 17:30 e chega ao Porto às 20:46, seguindo depois para Viana.

O tempo de percurso ganho é pouco significativo, apenas sete minutos por comparação com a situação actual em que se faz transbordo em Campanhã. No entanto, será possível embarcar num comboio em Santa Apolónia ou no Oriente e sair no centro de Viana do Castelo, segundo o Público.

A electrificação até Viana é a primeira fase de um projecto global que custa mais de 80 milhões de euros e que pretende levar a catenária (cabo de alta tensão que fornece energia eléctrica aos comboios) até Valença, na fronteira com a Galiza.

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