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Depressão “Helena”: Vento até 110 km/h, ondas até 15 metros – Alerta vermelho

Esta sexta-feira

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Foto: DR / Arquivo

Portugal continental vai ser afetado na sexta-feira por uma depressão que vai causar agitação marítima e vento forte com rajadas até 110 quilómetros por hora, o que levou à emissão de aviso vermelho, segundo o IPMA.

Na sexta-feira a depressão “Helena”, centrada a noroeste do golfo de Biscaia, vai afetar Portugal continental em particular no que diz respeito ao vento e à agitação marítima na costa ocidental, explicou à agência Lusa a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Maria João Frada.

“Amanhã [sexta-feira] vamos ter uma intensificação significativa do vento sobretudo no litoral e nas terras altas com rajadas no litoral oeste de 75 Km/hora e de 85 Km/hora a norte do cabo Raso, atingindo a região da Grande Lisboa. No entanto, será no litoral a norte do Cabo Mondego que as rajadas serão mais intensas podendo atingir os 110 quilómetros por hora”, disse.

De acordo com Maria João Frada, as rajadas de vento também poderão atingir os 110 km/hora nas terras altas do Minho e Douro Litoral e da região Centro.

“Para sexta-feira foram emitidos aviso vermelho, o mais grave, para agitação marítima [entre as 12:00 e as 21:00] e laranja para o vento forte. Este vento poderá ter muito impacto e estragos”, disse.

Na costa ocidental, explicou a meteorologista, a sul do Cabo Raso está prevista agitação marítima com ondas de 5 a 7 metros e temporariamente a norte do cabo Raso, com 7 a 8 metros durante a tarde e início da noite, e altura máxima que poderá atingir 15 metros.

“É uma situação muito gravosa, o que levou a emissão de aviso vermelho a norte do Cabo Raso”, disse.

Relativamente à precipitação, segundo Maria João Frada, vai ser intermitente, mas localmente intensa e acompanhada por granizo e trovoadas.

“Vamos ter ainda, devido a uma massa de ar polar de norte, queda de neve acima dos 800/1.000 metros. No entanto, no nordeste transmontano poderá nevar em quotas mais baixas entre os 600 e os 800, não se podendo excluir também alguns flocos de neve na Serra de São Mamede, no distrito de Portalegre”, indicou.

De acordo com a meteorologista, no sábado vai haver uma diminuição do vento e da agitação marítima.

“As rajadas vão ficar-se pelo 60 km/hora, diminuindo para o fim do dia, e no mar vamos ter 6 a 7 metros na costa ocidental, mas depois desce para 4 a 5 e no final do dia para os 2/3 metros”, contou.

No que diz respeito às temperaturas e devido à massa de ar polar, está prevista a partir de sexta-feira e no sábado uma descida gradual dos valores da temperatura.

“Sexta-feira está prevista uma descida de 4 a 6 graus no interior norte e centro que associado ao vento vai dar-nos maior desconforto térmico, vamos sentir mais frio. No sábado temos uma descida de 2 a 4 graus, em especial da mínima, e domingo desce a mínima 2/3 graus”, disse.

Para domingo, segundo Maria João Frada, estão previstas mínimas negativas no interior norte e centro a variar entre -4 e os -6, e no nordeste transmontano próximo de 0.

“Na região de Lisboa vamos ter mínimas entre os 4 e os 6 graus. No domingo as temperaturas vão baixar ainda mais”, disse.

Além do aviso vermelho e laranja para agitação marítima e vento, o IPMA colocou também na sexta-feira sob aviso amarelo os distritos de Évora, Viseu, Porto, Guarda, Faro, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga por causa da chuva (até às 18:00 de hoje).

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Região

Bloco de Esquerda não manda no parlamento nem manda no país, diz Carlos César

Líder parlamentar do PS

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O líder parlamentar do PS invocou hoje o sentido de “responsabilidade financeira” e a rejeição de “aventureirismos” para defender o faseamento do fim das taxas moderadoras e afirmou que o Bloco de Esquerda não manda no país.

Carlos César fez estas declarações após ter visitado a Avisacal, empresa exportadora do setor alimentar instalada em São Pedro do Sul, distrito de Viseu, no âmbito de uma deslocação integrada nas Jornadas Parlamentares do PS, que decorrem até terça-feira.

Questionado sobre se houve uma reviravolta política do PS, que agora pretende fasear ao longo da próxima legislatura as isenções no pagamento de taxas moderadoras, Carlos César negou contradições nesta matéria, invocou o princípio da responsabilidade financeira do Governo e respondeu diretamente, usando palavras duras, às críticas que têm sido feitas pelo Bloco de Esquerda.

“Aceitamos uma acusação: O PS atua com sentido de responsabilidade, com conta peso e medida nas opções a tomar. Se nós fossemos sempre atrás do estilo de aventura de que tudo é fácil, tudo é barato e tudo pode ser feito – argumentos que o Bloco de Esquerda, em especial, mas também alguns dos nossos parceiros alimentam frequentemente -, teríamos um país com uma mão à frente e outra atrás de novo. Voltaríamos ao tempo da bancarrota. Mas com o PS isso não volta a acontecer”, reagiu o presidente do Grupo Parlamentar do PS.

Interrogado sobre a ideia transmitida pelo Bloco de Esquerda de que grande parte das taxas moderadoras devem acabar já em janeiro de 2020, o líder da bancada socialista declarou: “O Bloco de Esquerda não manda na Assembleia da República, nem manda no país”.

Segundo o líder da bancada socialista, até agora, “foi aprovada uma legislação tendente a acabar com as taxas moderadoras”.

“No debate parlamentar [do diploma do Bloco de Esquerda], o PS disse que esse princípio é aceitável em nome da melhoria da acessibilidade das pessoas ao sistema de saúde, mas tem de ser feito com gradualidade. Isso foi dito explicitamente no debate”, insistiu Carlos César.

Ou seja, de acordo com o presidente do Grupo Parlamentar do PS, o diploma do Bloco de Esquerda sobre taxas moderadoras foi apenas aprovado na generalidade, tendo agora de ser discutido e alterado em sede de especialidade.

“Nas comissões, verificaremos que intensidade no tempo deve ser dada a essa medida [para o fim das taxas moderadoras]. Aquilo que vai resultar do debate é a maioria que for constituída para esse feito”, advertiu.

Carlos César defendeu depois que o atual Governo é já responsável “por uma diminuição em 25% das taxas moderadoras” face aos valores praticados em 2015.

“Entendemos que é importante prosseguir na diminuição das taxas moderadoras, de forma naturalmente faseada, tal como dissemos no debate parlamentar que ocorreu. Como tal, não aceitamos acusações de que o PS está a recuar em matérias como esta”, afirmou o líder da bancada socialista.

Perante os jornalistas, Carlos César defendeu que a prioridade do PS “é a recuperação social”, designadamente no apoio às famílias, “ativação da economia, mas, tendo como base, uma política de finanças públicas saudável”.

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Região

Famalicão anuncia contratação do sul-africano Cafú Phete, ex-Vitória

Médio de 25 anos

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Foto: Facebook de FC Famalicão

O Famalicão anunciou, no sábado, a contratação do futebolista sul-africano Cafú Phete, médio de 25 anos que assinou um contrato por três temporadas e que, na última temporada, alinhou na equipa B do Vitória SC.

“Estou muito feliz por poder jogar no Famalicão, perante uns adeptos que encheram o estádio o ano passado com uma atmosfera incrível. Espero poder demonstrar a minha qualidade e cumprir os objetivos do clube, para um dia chegar à seleção do meu país”, afirmou Phete, em declarações ao sítio oficial do clube.

Formado no Milano United, o médio abandonou o seu país em 2014/15, para rumar a Portugal, tendo passado uma temporada no Tourizense, antes de assinar pelo Vitória SC.

O Famalicão, que vai ser orientado por João Pedro Sousa, foi segundo classificado da última edição da II Liga, atrás do Paços de Ferreira, e garantiu o regresso ao primeiro escalão do futebol nacional, 25 anos depois.

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Região

Sol e calor regressam no fim de semana

Segundo o IPMA

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Foto: DR/Arquivo

A semana começou com chuva e céu nublado, mas vai terminar com sol e calor. De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, as temperaturas no fim de semana podem passar dos 30 graus.

A chuva pode ficar até quarta-feira e a temperatura varia em Braga dos 11 graus aos 28 graus até sexta-feira. No fim de semana podem chegar até aos 33 graus.

Em Viana do Catelo, a chuva também pode ficar até quarta-feira, com temperatura a variar dos 12 aos 23 graus, e dos 14 aos 27 graus.

No entanto, em outros concelhos do Alto Minho, como Arcos de Valdevez e Ponte de Lima, pode chegar aos 34 graus.

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