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Aguiar Branco visitou “a sua Oleiros” ao lado de André Coelho Lima

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coligação Juntos por Guimarães visitou este sábado algumas instituições do concelho de Guimarães. André Coelho Lima, atual vereador e candidato à Câmara de Guimarães nas eleições autárquicas do próximo ano, fez-se acompanhar, entre outros, por José Pedro Aguiar Branco, ex-ministro da Defesa que no último congresso do PSD nacional anunciou a sua candidatura, enquanto cabeça de lista, à Assembleia Municipal vimaranense.


A delegação da coligação JpG passou por Oleiros, freguesia do também ex-candidato à liderança do PSD nacional, Leitões e Figueiredo, onde reuniu com os escuteiros de duas das freguesias e com a junta que governa a Agregação,  “no sentido de conhecer o trabalho desenvolvido e se inteirar das suas carências e necessidades”, disse aquela aliança eleitoral em convite enviado a O MINHO.

 

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Ave

Toneladas de lixo a arder em Famalicão

Incêndio industrial

em

Foto: Facebook de Bombeiros de Famalicão

Um incêndio deflagrou na parte exterior de uma indústria de resíduos, ao início desta madrugada de quarta-feira, em Famalicão.

Fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro disse a O MINHO que “praticamente é só lixo que está a arder”, referindo-se a um depósito exterior de uma indústria situada em Fradelos.

No local estão várias corporações de bombeiros com um total de 24 operacionais e oito viaturas.

Os bombeiros dominaram o incêndio cerca das 01:00 desta quarta-feira.

O alerta foi dado às 23:11.

Não há registo de feridos.

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Guimarães

“O hospital [de Guimarães] está a sentir a pressão deste aumento de casos na região”

Covid-19

em

Foto: DR

Hélder Trigo, diretor clínico do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, admite que aquela unidade de saúde está a “sentir a pressão” do aumento de casos no concelho, mas garante que a situação “está controlada”.

Em declarações ao jornal Mais Guimarães, o responsável garante que os doentes covid e não covid estão a ser acompanhados e que o hospital já contratualizou camas externas para doentes não infetados.

“Temos um plano para levar a cabo, quer a recuperação da lista de espera das consultas externas, quer como a lista de espera de cirurgias e temos as consultas externas a funcionar, no sentido de atender todas as pessoas que precisem de nós. Porque nem só de Covid vive o homem, se me permite a expressão”, disse Hélder Trigo em entrevista ao jornal vimaranense.

O responsável adianta que não foram canceladas cirurgias, como acontece no Hospital de S. João, no Porto, mas não afasta a hipótese de isso vir a acontecer, indicando que é do conhecimento geral que “as coisas estão a piorar” mas que o pico atingido em março foi mais intenso que o atual.

“Neste momento ainda temos a possibilidade de continuar a dar assistência aos doentes covid-19 e a recuperar as listas de espera”, assegura.

Sobre uma eventual rotura de serviços, algo que foi mencionado durante a reunião de Proteção Civil municipal, na segunda-feira, Hélder Trigo diz não saber se isso poderá acontecer, mas assegura que o hospital está a trabalhar para dar resposta a todos os doentes.

Covid-19 em Guimarães fora de controlo e hospital “no limite”

“Se as coisas continuarem assim, desde que não haja uma explosão muito grande, penso que iremos conseguir controlar”, diz, mas admite que a situação agravou-se.

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Guimarães

O Alfa já não chega a Guimarães

Mobilidade

em

Foto: Rui Dias / O MINHO

Chegar de Lisboa a Guimarães pode ser uma odisseia de mais de sete horas. A situação agravou-se desde que, no período do confinamento, em março passado, o Alfa Pendular deixou de chegar até à Cidade Berço.

Um passageiro que apanhe o Alfa Pendular, em Lisboa-Santa Apolónia, às 14:00, só conseguirá chegar a Guimarães passadas quase cinco horas.

Esta composição vai chegar ao Porto às 16:58 e segue viagem para Braga. Como a essa hora não há nenhum comboio urbano para Guimarães, o passageiro tem de esperar meia hora pelo comboio urbano. Às 17:30, embarca no urbano para Guimarães e chega ao destino às 18;37, quatro horas e 45 minutos depois de ter saído da capital.

Se este passageiro tivesse optado por viajar para Braga, não precisava de trocar de comboio na estação de Campanhã, no Porto, e chegava a Braga uma hora antes.

Na pior hipótese, um passageiro que saia de Lisboa no Intercidades das 12:30, demora sete horas e 13 minutos a chegar a Guimarães.

A cidade de Guimarães tem atualmente uma ligação direta com Lisboa em cada sentido, por Intercidades (ida às 16:41 e vinda às 11:30), com um tempo de viagem de quatro horas e 19 minutos. São cerca de 20 minutos a mais que o mesmo tipo de comboios na linha de Braga. Contudo, na linha de Braga, atualmente há três ligações diretas à capital em cada sentido: duas por Alfa Pendular (idas às 05:45 e 17:54 e vindas às 14h00 e 18:00) e uma por Intercidades (ida às 16:41 e vinda às 11:30).

Até 24 de março, o havia uma ligação por Alfa a Lisboa, a partir de Guimarães. O comboio saia de Guimarães às 06:39, chegava a Santa Apolónia às 10:40, a composição de regresso, saia de Lisboa às 20:00 e chegava à Cidade Berço um minuto depois da meia-noite.

A CP alegou uma quebra no volume de passageiros transportados de 85% e fez um ajuste na oferta de Alfa e Intercidades, em todo o país. Segundo a CP, depois do corte, ficaram em funcionamento 54% dos comboios que constituem a oferta regular de Alfa e Intercidades. Estas alterações foram feitas seis dias depois do Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, decretar o Estado de Emergência, a 18 de março.

Para Guimarães, esta supressão significou o fim da única ligação “rápida” a Lisboa. Quem usava o comboio para deslocações de trabalho à capital ficou sem alternativa. “Deixei de usar o comboio, ou saiu a meio da tarde de domingo ou perco as aulas todas de segunda-feira”, afirma Madalena Moura.

Na linha telefónica de informações da CP, quando se pergunta sobre a reposição do serviço Alfa para Guimarães a resposta é: “não há previsão para a reposição do serviço. Os horários que temos disponíveis são os que estão no site, deve ir consultando e verificando as alterações”.

O Minho questionou a CP e o Ministério das Infraestruturas e da Habitação sobre o regresso do serviço Alfa a Guimarães, mas ainda não obteve respostas.

A Câmara Municipal de Guimarães também não se manifestou sobre esta matéria.

“O Alfa não vem, o governo já decidiu”, Mariana Silva

Quem tem mantido o assunto vivo é a deputada do Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV). “O Alfa não vem, o governo já decidiu”, afirmou de forma categórica, no decorrer de uma conferencia realizada na sede da Associação Artística Vimaranense, na sexta-feira, dia 9. “Sabemos que há, da parte do governo, uma visão de que não há passageiros”, acrescentou a deputada.

O PEV também aguarda um esclarecimento do Ministério das Infraestruturas e Habitação. “Se o Município não pressionar o Alfa não vai voltar”, reforça Mariana Silva. A deputada diz que uma das alegações da CP é que não pode ter um Alfa parado em Guimarães durante todo o dia. Mas a parlamentar do não concorda com esta linha de argumentação, até porque, “no ano passado, passou a haver uma paragem adicional em Vizela, isto demonstra que há necessidade do serviço, ao contrário do que dizem”.

Em 2018, já tinha havido problemas com o serviço Alfa, com CP a interromper a marcha dos comboios no Porto, fazendo os passageiros que rumavam a Guimarães trocar para o Intercidades. Nessa altura foram os protestos dos passageiros, incluindo os juízes do Tribunal de Trabalho, que à quarta-feira usavam o Alfa, que levaram a CP a voltar atrás.

No contexto atual, quem quiser viajar de Guimarães para Lisboa, pode fazê-lo de autocarro, com preços desde 14,99 euros e tem várias carreiras diárias. No comboio, os preços começam em 26,6 euros (em 2.ª classe) ou 38,65 euros (em 1.ª classe) e só há uma alternativa diária, a meio do dia.

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