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Braga

AGERE denuncia “ato criminoso” no rio Este. Milhares de peixes mortos após descarga

A empresa municipal irá fazer uma participação criminal contra terceiros.

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Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

A AGERE, empresa de águas, efluentes e resíduos do concelho de Braga, denunciou hoje o que classifica de “acto criminoso” e “deliberado” que provocou uma descarga no rio Este.

Em comunicado, a empresa municipal informa ter sido confrontada, esta quinta-feira, com alertas públicos dando conta da obstrução do colector dEmpresa vai apresentar e Saneamento de Águas Residuais junta à Rua do Vilar em Este S. Mamede, provocando esta situação a descarga de águas residuais no Rio Este.

“A situação foi confirmada pelos serviços da AGERE e resultou de um acto deliberado e criminoso de vandalismo de alguém que ostensivamente colocou sacos de areia na conduta, provocando deste modo o retorno do efluente e originando o transbordo do mesmo para a linha de água”, salienta.

A AGERE “mobilizou imediatamente todos os meios de escoamento e de limpeza para minimizar o impacto deste acto de vandalismo”.

No terreno, para além de funcionários da empresa, estão a Proteção Civil, Bombeiros Voluntários de Braga, Bombeiros Municipais de Braga e Bombeiros Famalicences, num total de 10 viaturas e 20 operacionais.

“Neste momento o escoamento do efluente encontra-se normalizado. No terreno não se identificou o autor desta acção e a AGERE irá efectuar uma participação criminal contra terceiros”, pode ler-se.

Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

Foto: Paula Lopes no Facebook do grupo Fórum BRACARENSE

No popular grupo “Fórum BRACARENSE”, no Facebook, foram divulgadas imagens que demonstram o estado em que aquele curso de água se apresentava esta quinta-feira.

Segundo o jornal “Correio do Minho“, de Braga, milhares de peixes apareceram mortos, ontem, quarta-feira.

A situação terá sido provocada por um saco de areia deixado numa das caixas de visita da AGERE, em Este S. Mamede, de acordo com informação apurada pela Rádio Universitária do Minho (RUM), que falou com Rui Morais, administrador da empresa municipal, e com Ricardo Rio (ouvir no site da RUM).

 

Notícia atualizada às 21h58 com referência à notícia da RUM.

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Braga

Carro arde na cidade de Braga

Em Lamaçães

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Vídeo: Facebook de Joaquim Filho / Grupo "Moina na Estrada"

Uma viatura, de marca Renault Megáne, ficou destruída na sequência de um incêndio rodoviário, ao final da tarde desta segunda-feira, em Lamaçães, cidade de Braga, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Desconhece-se a origem do incêndio, que terá deflagrado na parte da frente do veículo. De acordo com informações recolhidas junto do Comando Distrital de Operações e Socorro de Braga, não há feridos a registar neste incidente.

No local – Rua da Senra, junto ao Media Markt -, pelas 20:00 horas, encontra-se uma equipa dos Bombeiros Sapadores de Braga, que procedem à extinção das chamas. O trânsito encontra-se condicionado numa que é das principais artérias da zona comercial de Lamaçães.

A PSP está também  no local. O alerta foi dado às 19:11.

Vídeo: Facebook de Joaquim Filho / Grupo “Moina na Estrada

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Braga

Projeto para “empoderar estudantes ciganos” em conferência na UMinho

Projeto RISE

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Foto: Divulgação

O Instituto de Educação da Universidade do Minho, em Braga, recebe esta terça-feira a “Conferência RISE”, que visa divulgar os resultados de experiências escolares inclusivas de crianças e jovens ciganos, avançou aquela escola em comunicado.

O evento insere-se no projeto “RISE – Roma Inclusive School Experiences”, que alia ainda Itália e Eslovénia e é financiado pelo programa Direitos, Igualdade e Cidadania da Comissão Europeia. O “RISE” apoia também a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas no que diz respeito ao eixo da educação.

A conferência inaugural, “Rumo à educação inclusiva de estudantes ciganos: atenção à diversidade ou política de choque?”, conta às 10h30 com Mariano Enguita, da Universidade Complutense de Madrid (Espanha). Uma hora depois realiza-se o painel “RISE: conceção, parcerias e monitorização”, com Maria José Casa-Nova e Maria Alfredo Moreira, da UMinho, Susana Fernandes e Natália Costa, do Agrupamento Escolar de Prado, incluindo um debate.

A partir das 14:30, investigadores da UMinho e daquele agrupamento abordam experiências de formação e de trabalho colaborativo e a construção de dispositivos pedagógicos. A discussão dos resultados do projeto “RISE” decorre pelas 17h30, por Rosa Madeira, da Universidade de Aveiro. A sessão de encerramento está agendada para as 18:00.

A escola pública passou a integrar as chamadas classes populares e minorias, com diferenças na frequência e no aproveitamento escolar, situando-se as crianças e jovens ciganos tradicionalmente na base da hierarquia do sucesso.

O projeto “RISE”, através do método de investigação-ação, pretende empoderar os alunos ciganos por via de práticas interculturais e ações pedagógicas, articulando os seus saberes experienciais com o currículo mainstream, construindo um bilinguismo cultural potenciador de diferentes oportunidades de vida.

A divulgação dos resultados do projeto visa promover a discussão e a reflexão em torno destas problemáticas e inspirar outras realidades socioeducativas. O público-alvo da conferência engloba decisores políticos e membros de instituições educativas e sociais, como professores, educadores, dirigentes, técnicos, formadores, pais, estudantes e outros interessados.

A sessão de abertura é pelas 09:30, com a presença prevista da secretária de Estado para a Integração e as Migrações, Cláudia Pereira, da coordenadora do “RISE” e do Observatório das Comunidades Ciganas, Maria José Casa-Nova, do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, do presidente do Instituto de Educação, Leandro Almeida, da diretora do Centro de Investigação em Educação, Leonor Torres, e do diretor do Agrupamento Escolar de Prado, José António Peixoto.

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Braga

Tribunal confirma nulidade de despacho sobre 40 horas de trabalho semanal em Braga

Oposição fala em “derrota política”

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O Tribunal Central Administrativo do Norte confirmou a nulidade do despacho da autarquia de Braga que instituía as 40 horas de jornada semanal, uma decisão encarada pela oposição como uma “derrota política” da “arrogância” da maioria do executivo.

A decisão, de que não é possível recurso, foi esta manhã dada a conhecer durante a reunião do executivo camarário, com a oposição, CDU e PS, a salientar a “derrota política” e “péssima gestão” de recursos humanos por parte da maioria PSD/CDS-PP/PPM.

Em janeiro, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga considerou nulo o despacho que instituía as 40 horas de jornada de trabalho para os trabalhadores do universo municipal, em decisão de uma ação interposta pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL), alegando a falta de consulta aos trabalhadores e às suas estruturas representativas.

“O município perdeu, recorreu e voltou a perder. Confirma-se a nulidade do despacho, o que quererá dizer que o horário das 40 horas esteve a ser praticado na base de um despacho nulo”, afirmou, em declarações as jornalistas no final da reunião o vereador da CDU Carlos Almeida.

Segundo o comunista, “coloca-se a reclamação legítima da hora diária que andaram a fazer a mais cinco horas de trabalho extraordinário e pode-se estar em falar num valor bastante significativo de um milhão, 1,5 milhões de euros”.

Para a CDU e para o PS, esta decisão é uma “clara derroga política” do presidente da autarquia, Ricardo Rio, com o PS a salientar que o valor em causa “devia ser pago sem necessidade de reclamação dos trabalhadores”.

“Nem sequer devia ser preciso esperar pelo pedido dos prejudicados, a câmara devia era tratar de fazer as contas e liquidar já”, defendeu o socialista Artur Feio.

A CDU acusou ainda Rio de “arrogância por não ouvir os trabalhadores a seu cargo e que isso saiu caro aos cofres municipais”.

Em resposta a estas acusações, o autarca refuta a derrota política.

“Não á uma derrota política porque aparentemente foi uma questão de natureza formal quanto a procedimentos seguidos para a tomada de decisão, mas quanto à questão politica não há dúvida sobre a legitimidade que a câmara tinha para tomar esta decisão”, defendeu.

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