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Cávado

Agente da PSP suicidou-se na esquadra de Barcelos

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A notícia do suicídio do agente da Polícia de Segurança Pública está a ser avançada por vários jornais: “O agente, de nome Rui Cunha, chegou de mota de alta cilindrada, de forma tranquila dirigiu-se para a entrada da PSP de Barcelos, terá dito “boa noite” e disparou sobre si mesmo.”, é dito no site blastingnews.

Agente PSP suicidou-se em Barcelos

Rui Cunha trabalhava no efetivo da PSP no aeroporto Francisco Sá Carneiro.

Natural de Valpaços, o agente morava em Gondifelos, concelho de Vila Nova de Famalicão.

Segundo avança o Jornal de Notícias, o facto ocorreu por volta das 21 horas.

Usou arma de serviço para dar tiro na cabeça

Posted by Jornal de Notícias on Sexta-feira, 29 de Maio de 2015

 

Alguns agentes da PSP contatados pelO Minho mostraram enorme surpresa e consternação pelo sucedido, visto que o agente Rui Cunha era tido como uma pessoa alegre e “de bem com a vida”. “Era o ‘fantoche’ da turma”, diz um antigo colega.

Rui Cunha era pai de dois filhos, ambos menores.

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Barcelos

Parque junto ao rio Cávado em Barcelos vandalizado após investimento de 5 mil euros

Local foi requalificado há pouco mais de um ano

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Foto: Direitos Reservados / cedidas a O MINHO

O parque de lazer de Fonte de Baixo foi alvo de atos de vandalismo, com uma das mesas de merendas, em madeira, a ficar bastante danificada por atos pirómanos, divulgou a autarquia local.

O espaço está situado na margem a norte do rio Cávado, na cidade de Barcelos, a poucos quilómetros da ponte que liga o centro histórico da cidade a Barcelinhos.

José Paulo Teixeira, presidente da União de Freguesias de Barcelos (Barcelos, Vila Boa e Vila Frescainha) , disse a O MINHO que este “ataque” em Fonte de Baixo não é “ato único”.

“Às vezes os caixotes do lixo  também são queimados e todas as segundas-feiras os colaboradores desta união passam pelo local para efetuar limpeza, dada a quantidade de  lixo que é deixado pelo chão”, adiantou o autarca.

José Paulo Teixeira, presidente da UF de Barcelos. Foto: DR

O espaço, que esteve durante vários anos abandonado e invadido por resíduos, foi recuperado pela junta de freguesia sob o mote de valorizar as fontes antigas ali existentes, que dão o nome ao local.

O autarca revela que o investimento foi de aproximadamente 5 mil euros para limpeza do espaço, conservação das fontes, colocação das mesas e material de apoio, tal como baldes do  lixo.

Foto cedida a O MINHO

Foto cedida a O MINHO

Foto cedida a O MINHO

O espaço é utilizado para convívios, visitas de estudo e veraneio.

José Carlos Teixeira aponta a “falta de respeito de alguns” como principal motivo para que um novo investimento público seja feito no local “para que tudo fique como estava anteriormente”.

Sem adiantar datas, o autarca espera que a requalificação do espaço se inicie a curto prazo.

Local depois da intervenção. Foto cedida a O MINHO

Local antes da intervenção. Foto cedida a O MINHO

O parque de lazer requalificado foi anunciado a 22 de março de 2018 pela autarquia local, indicando a limpeza da fonte milenar como “um marco importante” na história barcelense.

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Barcelos

Antigos alunos do IPCA encontraram-se em Barcelos

“O bom filho a casa volta”

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Foto: Divulgação / IPCA

O dia 12 de outubro vai ficar marcado na história do IPCA como sendo o dia do I Encontro ALUMNI do IPCA, um momento que marcou o reencontro de todos aqueles que se formaram nesta instituição.

O encontro decorreu às margens das comemorações dos 25 anos do IPCA, um marco importante na história da Instituição que já formou mais de 6.000 alumni (antigos alunos).

Maria José Fernandes, começou a sua intervenção mencionando que “o bom filho a casa volta”. Nesta data simbólica, a Presidente não podia deixar de fazer referência ao anterior presidente do IPCA, o professor João Carvalho, um visionário determinante e impulsionador no desenvolvimento, crescimento e afirmação deste Politécnico e do sistema de ensino superior Português.

“Estar aqui hoje neste encontro ALUMNI representa estar mais próximos de um stakeholder fundamental na vida do IPCA e nas relações com a sociedade” referiu a Presidente que considera fundamental estreitar as relações com os diplomados e trazê-los para a comunidade.

O presidente do Concelho Geral do IPCA, Pedro Fraga, apelou aos cerca de 350 Alumnis presentes à responsabilidade enquanto embaixadores: “Esta Instituição deu-vos um conjunto de ferramentas que vos é útil nas vossas vida. Vocês são embaixadores desta casa. Nunca perguntem o que o IPCA pode fazer por vocês, perguntem o que podem fazer pelo IPCA. Por onde passarem, dignifiquem o nome da vossa instituição”.

A abertura do encontro contou com a presença dos Grupos Académicos do IPCA, durante o evento a atuação de Sílvia Nazário e a fechar o encontro o humor do Nilton.

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Barcelos

Validade das provas da Operação Teia decididas no Tribunal Central de Instrução Criminal

Processo envolve as comarcas de Barcelos, Santo Tirso, Porto e Matosinhos.

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Laranja Pontes, Joaquim Couto, Manuela Couto e Miguel Costa Gomes. Fotos: Direitos Reservados

O Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) vai decidir se valida os atos jurisdicionais já praticados no âmbito da Operação Teia, designadamente os relacionados com a obtenção de prova, já que o inquérito correu num tribunal considerado incompetente.

Segundo um acórdão do Tribunal da Relação do Porto, a que a Lusa hoje teve acesso, em causa está o facto de o inquérito ter decorrido no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, quando só o TCIC, em Lisboa, tem competência para o efeito, face à dispersão territorial da atividade criminosa em causa, envolvendo as comarcas de Barcelos, Santo Tirso, Porto e Matosinhos.

A incompetência do TIC do Porto foi suscitada por três dos arguidos, que pediram a nulidade do processo.

O Tribunal da Relação do Porto reconheceu que a competência é do TCIC, mas sublinha que a incompetência “não implica a nulidade insanável” do processo.

O TCIC terá, assim, de decidir “se anula os atos que se não teriam praticado se perante ele tivesse decorrido o processo e ordena a repetição dos atos necessários”.

De fora daqueles atos ficam os primeiros interrogatórios judiciais aos arguidos feitos no TIC do Porto, considerados justificados pela Relação pela necessidade do cumprimento dos apertados prazos legais estipulados para o efeito.

A Operação Teia está relacionada com alegados favorecimentos às empresas de Manuela Couto por parte do município de Barcelos e do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, a troco de favores políticos.

Esses favores seriam assegurados quer pela empresária quer pelo marido, Joaquim Couto, ex-presidente da Câmara de Santo Tirso.

Além de Manuela e Joaquim Couto, são também arguidos no processo o presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e o ex-presidente do IPO/Porto Laranja Pontes.

Em causa estarão crimes de corrupção ativa e passiva, prevaricação e tráfico de influência.

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