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Adeptos querem o Braga campeão e o plantel vai “dar o melhor para ganhar, onde for, contra quem for”

Declarações de Artur Jorge
Adeptos querem o braga campeão e o plantel vai "dar o melhor para ganhar, onde for, contra quem for"

Declarações após o jogo SC Braga-Portimonense (4-1), da 30.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Artur Jorge (treinador do SC Braga): “O compromisso de todos fez com que tivéssemos um jogo muito bem conseguido, com mais e melhor eficácia na primeira parte.

Entrámos muito fortes, o golo logo aos dois minutos deu conforto para o resto do jogo, mas tivemos uma primeira parte de grande nível em termos de jogo jogado, de atitude, comportamento e das missões que os jogadores tinham que desempenhar.

Na segunda parte, gerimos mais o jogo em função do resultado, houve algum ascendente do Portimonense, tivemos que fazer alguns ajustes para recuperar esse ascendente e acabámos o jogo por cima.

O Al Musrati saiu porque levou uma pancada e estava condicionado e, ao intervalo, verificámos que não estava nas melhores condições para continuar.

(Adeptos cantaram ‘Eu quero o Braga campeão’) A mensagem é clara e não acredito que os jogadores se deixem desviar do que seja e do nosso foco. Sempre disse que vamos dar o nosso melhor para ganhar, seja onde for e contra quem for.

Em função do desempenho da equipa, da classificação, de uma vitória com uma boa exibição, percebo o entusiasmo dos adeptos em volta da equipa, é gratificante porque este é o nosso trabalho. Hoje, os adeptos vieram em grande número novamente, a minha gratidão para eles, mas não podemos viver reféns do bom trabalho que estamos a fazer”.

– Paulo Sérgio (treinador do Portimonense): “Não querendo retirar o mérito às qualidades que o Braga tem, tivemos uma entrada muito apática, com baixa intensidade, com e sem bola. Ainda criámos três ou quatro situações de perigo, mas não nos sacrificámos e não pusemos em prática o nosso plano, que passava por não deixar o Braga construir.

Foi um Braga muito pragmático, marca o primeiro golo com uma assistência que passa por entre as pernas de um nosso jogador, depois um golo de livre e outro de uma falta. Ainda reduzimos para 3-1 e podíamos ter ido com 3-2 para o intervalo o que daria uma perspetiva diferente.

O segundo tempo foi completamente diferente, mas não se pode vir competir com o Braga e querer mostrar as nossas capacidades e depois não nos sacrificarmos uns pelos outros. Foi essa a mensagem ao intervalo.

A pressão não começava bem na frente e depois só acabava em cima da nossa última linha. Fomos muito permissivos. Na segunda parte, o nosso plano funcionou, acabámos o jogo com mais posse de bola, mais passes, mas o Braga já tinha feito o resultado. Jogámos bastante bem na segunda parte, pressionámos o Braga, que era o que devíamos ter feito desde o início, tivemos o foco e a concentração. Há muito coisa boa a reter do segundo tempo, mas uma imagem muito pálida do primeiro tempo.

(Saída precoce de Lucas Ventura) Fez uma falta e apanhou um amarelo, já me deixou a jogar com 10 e preferi protegê-lo e à equipa. Ele foi infeliz porque escorregou, sendo que o Al Musrati até se podia ter magoado, e fiz a alteração também para ir à procura de mais qualquer coisa.

Já vim cá mais precavido atrás, hoje quisemos discutir o jogo cara a cara e não tenho grandes memórias de bons resultados aqui. A qualidade que está cá é imensa. Disse no início do campeonato que o Sporting de Braga era um dos candidatos ao título e não é à toa que está a fazer este trajeto”.

 
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