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Famalicão

Acordo entre Câmara de Famalicão e ATP cria “janela de oportunidade” para empresas

Protocolo de cooperação.

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Vila Nova de Famalicão e a Associação Têxtil e Vestiário de Portugal (ATP) vão assinar um protocolo de cooperação que representa “uma nova janela de oportunidade” para pequenas e médias empresas “alargarem a sua base exportadora”.


Hoje, em declarações à Lusa, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, explicou que a “parceria” com aquela associação “é um grande ativo para o concelho”.

Segundo o protocolo, que será assinado terça-feira, a autarquia compromete-se a prestar apoio financeiro através do pagamento de um subsídio de 25 mil euros para “o desenvolvimento da estratégia para a Economia, Empreendedorismo e Internacionalização das Empresas, que visa o alargamento da Base Exportadora dos agentes económicos de Vila Nova de Famalicão”.

“Este protocolo insere-se no âmbito da nossa política de estreitamento de cooperação institucional e de parceria com as associações que promovem o desenvolvimento económico, através da qual procuramos criar novas janelas de oportunidade para as empresas e empresários famalicenses, particularmente ao nível da formação e da internacionalização”, explicou à Lusa Paulo Cunha.

O autarca referiu que o protocolo que será assinado “representa, por isso, uma nova janela de oportunidade para as pequenas e médias empresas de Famalicão do setor têxtil e do vestuário alargarem a sua base exportadora, através da experiência e contributo de uma das mais importantes associações empresariais portuguesas”.

Paulo Cunha salienta que o acordo vai “reforçar as condições para que as empresas do concelho se possam desenvolver e afirmar no mercado internacional”, pelo que “esta parceria representa um grande ativo para o concelho, reunindo numa fina teia de colaboração, associações empresariais, autarquia e empresas na partilha de informação e de ferramentas capazes de responder a um mercado que é altamente dinâmico”.

A autarquia explica a escolha desta parceria, considerando que a ATP “tem como fins a realização, apoio e patrocínio de ações de caráter técnico, promocional, cultural, científico, educativo e formativo que contribuam para o desenvolvimento do empreendedorismo e para a modernização e melhoria de condições na área empresarial”

No texto do acordo, é ainda referido que “o setor Têxtil e Vestuário tem em Vila Nova de Famalicão a grande força do seu desenvolvimento e que pela sua ímpar dinâmica industrial, o têxtil emancipou-se, encontrando as melhores práticas de cruzamento com outros setores de atividade, nichos especializados e de maior valor acrescentado”.

Pelo que, salienta o texto, “destacam-se em Vila Nova de Famalicão grandes empresas industriais, reconhecidas marcas e conceituadas infraestruturas tecnológicas e de inovação, que garantem diferenciação, qualidade e excelência” à indústria têxtil portuguesa.

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Ave

Famalicão inaugura ‘monobloco’ em dia de aniversário da cidade

Dia da Cidade

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, foi o cicerone da sessão solene do Dia da Cidade, que se realizou esta quinta-feira à tarde, na entrada principal do Parque da Devesa, junto à estação rodoviária.

O espaço, um dos grandes cartões de visita da cidade, passou a ser simbolicamente chamado de Praça da Cidadania e ostentará como elemento de homenagem aos famalicenses o símbolo do concelho e a palavra Famalicão em monobloco.

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Foto: Divulgação / CM Famalicão

Esta foi uma das formas que o município de Vila Nova de Famalicão encontrou para marcar o Dia da Cidade 2020, que se realizou realizou em circunstâncias muito especiais com uma grande homenagem coletiva do presidente ao território pela forma como Vila Nova de Famalicão soube reagir à pandemia da covid – 19.

“O que é justo este ano é medalhar todos os famalicenses”, disse o autarca aquando a apresentação da proposta para as comemorações do Dia da Cidade 2020.

“Os famalicenses deram e estão a dar uma resposta exemplar, não só ao nivel profissional – os profissionais da saúde, da segurança pública, os voluntários das corporações de bombeiros, mas também muitos profissionais de outras áreas, como a recolha do lixo, o setor alimentar, agricultores, indústrias e seus trabalhadores, transportadoras e seus motoristas de ligeiros e pesados, etc… -, mas também ao nível pessoal, pela forma como as pessoas souberam recolher-se ao confinamento familiar e sabem acatar as regras da DGS, ajudando desta forma a combater a propagação da covid 19”.

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Ave

Despiste seguido de capotamento na A7 faz um ferido

Sentido Famalicão-Guimarães

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Foto: Facebook de Bombeiros de Famalicão

Uma pessoa sofreu ferimentos na sequência de um despiste, seguido de capotamento, na Autoestrada n.º 7, em Famalicão, disse a O MINHO fonte do CDOS.

Por motivos que estão por apurar, a viatura terá entrado em despiste quando seguia no sentido Famalicão-Guimarães, ao quilómetro 28,7.

Para o local foi mobilizada uma ambulância de socorro dos Bombeiros de Famalicão, prestando primeira assistência à vítima, cuja idade não foi possível apurar.

O sinistrado foi transportado para uma unidade hospitalar por aquela corporação.

O alerta foi dado cerca das 13:30 horas.

A GNR registou a ocorrência.

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Ave

Famalicão é cidade há 35 anos

Efeméride

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

No dia 9 de Julho de 1985, a Assembleia da República elevou Vila Nova de Famalicão à categoria de cidade.

Na proposta levada a votação, Famalicão era apresentada como “uma das mais antigas povoações de Portugal”, lembrando que “teve carta de foral a 1 de julho de 1205, por D. Sancho I”.

Com 110.530 habitantes, o concelho apresentava em 1985 uma importância enorme no setor industrial, sublinha a autarquia numa publicação na página de Facebook.

Há 35 anos, só no núcleo urbano de Famalicão residiam “21.850 habitantes; 15.121 eleitores; um hospital permanente com 231 camas; 6 farmácias; duas corporações de bombeiros, duas casas de espetáculos; o centro cultural da Fundação Cupertino de Miranda; três biblioteca, seis instalações hoteleiras; nove estabelecimentos de ensino; 546 carreiras diárias urbanas e suburbanas; 33 táxis; uma estação de caminhos de ferro; quatro jardins ou parques públicos; com feira semanal e mercado diário; duas repartições de finanças e um estádio municipal.”

A proposta terminava referindo que “torna-se assim claro que a pretensão de Vila Nova de Famalicão passar a ter a categoria de cidade é um direito natural, já que se trata de a Assembleia da República reconhecer aquilo que Vila Nova de Famalicão é na realidade, ou seja, um grande centro urbano!”

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