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Alto Minho

Acidente com trator faz um ferido grave em Monção

A vítima é um homem de 39 anos.

em

Foto: DR/Arquivo

Um homem de 39 anos ficou hoje ferido com gravidade na sequência de um acidente com um trator na localidade do Senhor do Passo, em Merufe, Monção, informou a proteção civil.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo, a vítima foi transportada pela Viatura de Emergência Médica (VMER) para o hospital.

AS causas do acidente, que ocorreu cerca das 13:31, são ainda desconhecidas e ao local compareceram nove operacionais, apoiados por quatro viaturas dos Bombeiros Voluntários de Monção, INEM e GNR.

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Alto Minho

Nova ETAR de 650 mil euros inaugurada em zona industrial em Melgaço

Em Penso.

em

Foto: DR/Arquivo

A nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Penso, Melgaço, num investimento de quase 650 mil euros, a inaugurar na sexta-feira, vai servir a zona industrial instalada naquela freguesia e ainda a aldeia de Alvareda.

Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara de Melgaço, no distrito de Viana do Castelo explicou que o equipamento foi construído no mesmo local da antiga ETAR, “totalmente inutilizada por falta de capacidade às necessidades das populações de Penso e Alvareda”.

“Agora temos uma ETAR completamente nova, com tecnologia muito avançada e com capacidade de resposta reforçada. A antiga não estava a prestar um bom serviço às populações e ao ambiente. Melgaço tem de ter uma paisagem muito bem cuidada para se afirmar como um território de excelência para os desportos de natureza e, por isso, precisava muito desta obra”, explicou Manoel Batista.

O autarca socialista adiantou que a nova ETAR já se encontra em funcionamento há um mês e meio.

“Não estava a funcionar em pleno devido a questões elétricas, entretanto ultrapassadas”, especificou.

O equipamento, que representou um investimento de mais de 649 mil euros, comparticipado em mais de 551 mil euros pelo Fundo de Coesão, vai ser inaugurado, na sexta-feira, pelas 10:30, com a presença prevista do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins.

Segundo a Câmara de Melgaço, o novo equipamento “inclui dois sistemas de gradagem para remoção de sólidos grosseiros e finos e um desarenador/desengordurador, possui um tratamento primário, incluindo a homogeneização do efluente, correção do pH e nutrientes e um tratamento secundário (biológico Aeróbio por lamas biológicas em modo SBR), num reator com capacidade total para tratamento de 500 metros cúbicos por dia”.

A estrutura está ainda preparada para fazer “um tratamento terciário, constituído por um leito de areia de fluxo ascendente”.

O projeto, “financiado por Fundos Europeus Estruturais e de Investimento(FEEI), do Fundo de Coesão, através do programa Portugal 2020, nomeadamente do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), estima servir entre 500 e 15.000 habitantes”.

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Alto Minho

Adega de Ponte da Barca planeia investir cinco milhões em novas instalações

Projeto.

em

Foto: DR/Arquivo

A Adega Cooperativa de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez planeia construir novas instalações a um quilómetro das atuais e calcula que o investimento necessário ronde os cinco milhões de euros.

“O nosso objetivo é fazer lá, na nova adega, os vinhos da vindima de 2021”, disse à agência Lusa o diretor de Marketing da organização, Bruno Almeida, explicando que “atual linha de engarrafamento e rotulagem não consegue satisfazer as encomendas recebidas”.

O mesmo responsável adiantou que “está a ser feito nesta altura o estudo de viabilidade económica”, admitindo que em maio haverá novidades sobre o projeto.

A nova adega ficará num terreno situado em Vila Nova de Muía, incluirá ainda “uma forte vertente de enoturismo”, algo hoje inexistente, e “parte da sua construção será financiada por fundos comunitários”.

Com perto de mil associados, a Adega de Ponte da Barca exportou “cerca de 45 por cento da sua produção em 2018 para 30 países e entre os principais mercados externos contam-se os Estados Unidos, o Brasil, o Equador, a Polónia e a Rússia.

“O crescimento médio anual das exportações nos últimos cinco anos foi de 12 por cento”, destacou Bruno Almeida, referindo que o objetivo passa por “crescer a esse ritmo até 2022”.

O diretor disse ainda que esta adega cooperativa aposta forte “em mercados novos”, preparando-se para entrar no Peru, México e Vietname, e registou “um crescimento abaixo dos cinco por cento a nível interno”.

A empresa vendeu três milhões de garrafas e faturou 4,5 milhões de euros em 2018, prevendo para este ano receitas de “5,1 milhões de euros”.

Constituída em 1963, a Adega de Ponta da Barca iniciou a sua atividade em 1968 e celebrou os seus 50 anos com a apresentação pública da nova identidade corporativa e o lançamento de um vinho da casta loureiro, em homenagem aos seus associados.

Bruno Almeida, ex-quadro da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), salientou que a instituição quis aproveitar celebração do seu cinquentenário para “fazer uma viragem”, na expectativa de assim “aumentar a notoriedade da sua marca”.

“Era importante criar uma imagem coerente com a qualidade dos vinhos que a instituição produz”, vincou.

O vinho comemorativo chegará ao mercado “dentro dois meses” e será o primeiro com a nova imagem corporativa, inspirada na ponte local sobre o rio Lima construída no século XIV.

Um dos pontos altos da cerimónia comemorativa dos 50 anos da Adega de Ponta da Barca foi a homenagem prestada aos “quatro associados que entregam as suas uvas há mais de 50 anos” à Adega de Ponte da Barca.

Na ocasião, o presidente o presidente da CVRVV, Manuel Pinheiro, considerou que “o sector cooperativo é hoje mais necessário do que nunca, para valorizar os produtores e a agricultura” e elogiou a “visão estratégica desta adega, que é rara no sector”.

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Arcos de Valdevez

Arcos de Valdevez investe 100 mil euros na reabilitação de zonas ribeirinhas

Áreas afetadas por incêndios

em

Foto: CM Arcos de Valdevez

A Câmara de Arcos de Valdevez investiu 100 mil euros na reabilitação e requalificação das margens do rio Vez, afetadas pelos incêndios ocorridos em 2017 e 2018, informou hoje a autarquia do distrito de Viana do Castelo.

Os trabalhos de limpeza e reabilitação incidiram nas zonas ribeirinhas “desde o Poço das Caldeiras, em Loureda, até ao Lugar da Igreja, em Sistelo, à bacia hidrográfica do rio Vez, com intervenções de bioengenharia ao longo deste troço do rio Vez e de pequenas linhas de água que nele desaguam, bem como realizadas operações de manutenção e reforço da galeria ripícola”.

“A prioridade foi intervir nas linhas de água que atravessam áreas ardidas, procurando desta forma minimizar o arrastamento de cinzas e matéria orgânica, evitando o assoreamento do rio Vez e a contaminação das suas águas”, sustentou o município.

Segundo a Câmara de Arcos de Valdevez, os 100 mil euros foram investidos “na construção de barreiras naturais, designadamente micro açudes, filtros de palha, bio rolos, faxinas vivas e entrelaçados, aproveitando material resultante da retirada de material vegetativo seco e das podas de arejamento realizadas ao longo do rio Vez”.

“A galeria ripícola foi ainda reforçada com plantação de espécies ribeirinhas e de estacaria de salgueiro”, especificou.

A empreitada, financiada pela Agência Portuguesa de Ambiente (APA), “contou com a colaboração dos proprietários com terrenos confinantes com as linhas de água intervencionadas”.

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