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Abertos cursos de língua e cultura chinesa em Braga e Guimarães

Língua estrangeira

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Foto: Divulgação

O Instituto Confúcio da Universidade do Minho inicia na próxima semana os cursos livres de Língua e Cultura Chinesas e de Chinês Turístico e Comercial, cujas inscrições ainda estão abertas.

O primeiro arranca quarta-feira e decorre até junho à segunda e quarta-feira, das 18:30 às 20:00, no campus de Gualtar, em Braga. Já o segundo tem dois horários: lecionado à terça e quinta-feira, das 18:30 às 20:00, no campus de Azurém, em Guimarães; ou a partir de dia 12, sempre ao sábado, das 10:00 às 13:00, no campus de Gualtar.

Chinês Turístico e Comercial é oferecido nos níveis Básico, Intermédio e Avançado. O nível Básico permite o conhecimento geral da língua chinesa e de como esta difere da escrita alfabética. As aulas incluem ferramentas audiovisuais, inclusive para estudo pessoal. O aluno vai poder dominar vocabulário e expressões para comunicações comuns e habituar-se à escrita e leitura ideográfica.

No final, terá um certificado de participação, ficando apto para o Exame Oficial de Nível de Língua Chinesa (HSK), nível I, o único que reconhece o nível de chinês em qualquer parte do mundo. Já nos outros níveis do curso desenvolve-se a expressão oral e escrita, a compreensão auditiva e textual e o conhecimento e a sensibilidade culturais, em particular para o turismo e comércio, garantindo também preparação para os níveis seguintes do Exame HSK.

O curso livre de Língua e Cultura Chinesas, nos níveis Básico e Intermédio, tem um contexto similar, embora proporcionando unidades culturais sobre o quotidiano, os ambientes profissionais, a geografia, a história e a cultura chinesas, essenciais para vencer barreiras comunicacionais interculturais.

Wushu kung-fu

Entretanto, esta segunda-feira tem início o curso de Wushu kung-fu, que alia práticas ancestrais e princípios modernos de desporto. As aulas vão decorrer à segunda e quarta-feira, das 10:30 às 11:30, no Complexo Desportivo do campus de Gualtar, até julho de 2020. Os professores são Alexandre Oliveira e Ana Rita Rego, responsáveis pela Escola “Jing-she”, que recebeu vários prémios internacionais. O wushu é candidato a modalidade olímpica, conta com mais de 150 federações filiadas no mundo e tem gerado uma adesão exponencial nas suas diversas vertentes.

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Braga

Braga: MP acusa ex-autarca de Guisande do crime de peculato

MP acusa autarca de Guisande do crime de peculato – Condenado por insultos em “manif” mandou pagar duas indemnizações pessoais

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Adelino Sá, ex-presidente da junta de Guisande. Foto: Facebook de Adelino Sá

O ex-presidente da Junta de Freguesia de Guisande, Braga, foi acusado pelo Ministério Público (MP) de Braga da prática de um crime de  peculato, por ter mandado pagar, com dinheiro da autarquia, duas indemnizações a que fora condenado, a título pessoal, em tribunal.

Ao todo, 3.760 euros liquidados pela junta a um casal da localidade. Mas não houve desvio de dinheiros da autarquia.

O caso remonta a 2012, quando Adelino Sá, eleito pela coligação Juntos por Braga (PSD/CDS) participou numa manifestação popular contra o alegado corte de um caminho público, a Rua da Cal, feito por Manuel Joaquim da Cruz Araújo e mulher, à revelia da autarquia.

A manifestação passou pela rua e, à porta do casal, registaram-se várias altercações verbais, com insultos mútuos. Dias depois, o casal pôs uma queixa em Tribunal contra o autarca e mais dois manifestantes, que acabou na condenação aquela pena de multa.

“Em defesa da população”

Fonte ligada ao processo disse ao MINHO que, em 2013, e quando se tornou secretário da mesma junta, Adelino Sá defendeu no executivo que a condenação ocorreu em defesa da freguesia e enquanto autarca, numa ação em defesa da população. A junta, que entretanto se agregou numa união com a de Oliveira São Pedro, não aceitou a tese e não pagou.

O agora arguido, levou o caso à Assembleia de Freguesia, a qual decidiu, com a abstenção e um voto contra da Coligação e dois a favor do PS que  deveriam ser os cofres da autarquia a assumir as indemnizações.

De seguida, enquanto secretário, mandou pagar a conta. A queixa judicial que se seguiu partiu do próprio casal. Na freguesia, e ao que soubemos, há um clima de mal-estar por causa do corte da via que se mantém apesar de sentenças que a mandam abrir.

O casal em causa tem mais três ações contra a Junta, esta uma em sentido contrário, e várias outras contra familiares e fregueses. Cerca de 20, no total, por causa da rua e de questões de terrenos e  tudo com apoio judiciário.

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Braga

Aprender a dançar à moda oitocentista? Em Braga já pode, no Museu dos Biscainhos

Danças de Sociedade

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Foto: Facebook de Danças de Sociedade

O grupo Danças de Sociedade, em parceria com o Museu dos Biscainhos e da Academia de Bailado de Guimarães, está a promover um curso de “baile oitocentista”, que decorre uma vez por mês, naquele espaço cultura na cidade de Braga.

O objetivo, de acordo com a organização, passa por “reviver a magia de um baile romântico”, com músicas célebres de Strauss, entre outros compositores da época.

Com três datas agendadas, o curso decorre nos dias 17 de novembro, 08 de dezembro e 12 de janeiro. No final, está marcado um “grande baile” no salão nobre do Museu dos Biscainhos.

As três datas calham a um domingo, de tarde, entre as 14:30 e as 17:30. Inscrições através do e-mail [email protected]

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Alto Minho

Adega Ponte da Barca regressa ao passado e apresenta novo Vinhão com imagem de naperão

Vinhão 2019

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Foto: Divulgação

O tradicional naperão que cobria as TV’s e as mesas das casas portuguesas ganhou este sábado uma segunda vida nos rótulos do vinho Adega Ponte da Barca – “Vinhão 2019”, o mais emblemático desta cooperativa que celebra quase 6 décadas e mantém viva a tradição de lançar o seu vinho a tempo dos magustos de S. Martinho.

No passado sábado, 09 de novembro, no Solar do Vinhão em Ponte da Barca, a Adega local lançou o seu vinho mais recente, o Vinhão da colheita de 2019, aproveitando para surpreender os presentes com uma nova imagem arrojada e clássica: um naperão.


“Em pleno S. Martinho, inauguramos a nova coleção com o vinho da casta mais exótica, misteriosa e genuína do mundo: o VINHÃO! Coincide com o regresso da incrível série da RTP 1 “Conta-me como foi”, o que mais parece um apadrinhamento e nos arranca sorrisos”, referiu Luís Pedro, diretor criativo.

José Oliveira, enólogo da empresa, referiu perante mais de uma centena de convidados, entre individualidades, clientes e parceiros de negócio, que “O Adega Ponte da Barca Vinhão 2019 é reconhecido há décadas como uma referência nos tintos da Região dos Vinhos Verdes, sendo que este ano está particularmente extraordinário dada a excelente maturação das uvas.

Uma vinificação cuidada e poucas intervenções na adega levam para a garrafa um vinho genuíno e de enorme carácter, que espelha as condições naturais dos vales dos rios Lima e Vez de onde provêm as uvas dos nossos 1.000 associados.”

Naperons, televisões a preto e branco, três senhoras a fazer crochet e as músicas dos anos 70, fizeram parte de um ambiente único criado para os convidados embarcarem numa viagem no tempo.

Os convidados contaram com algumas surpresas durante o evento, nomeadamente, a prova do primeiro vinho da Adega com a nova imagem da coleção Naperão e a degustação de Trufas de chocolate com o Vinhão, dentro de uma linha de chocolates artesanais que a Adega está a desenvolver com a Sim Chocolates, de Famalicão.

No final do evento a presidente da Fundação AMA, Dora Brandão, agradeceu o facto de a Adega, na sequência do que já tem sido feito noutros eventos, atribuir parte das verbas para o apoio a crianças com problemática das Perturbações do Espectro do Autismo “este é um gesto simples e simbólico que ilustra o sentido de responsabilidade social da empresa”.

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