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Guimarães

Abertas as inscrições para o Banco de Terras de Guimarães

Incubadora de Base Rural

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Foto: DR

A Câmara de Guimarães já abriu as inscrições para o Banco de Terras, onde proprietários podem arrendar ao município terrenos abandonados ou sem qualquer utilização, para serem depois subarrendados a quem queira criar negócio de base rural.

De acordo com a autarquia, as inscrições estão abertas até 31 de dezembro, com as candidaturas a serem disponibilizadas a partir do aviso de abertura.

Este Banco de Terras foi lançado através da Incubadora de Base Rural (IBR Guimarães), e, de acordo com a autarquia, é “um instrumento através do qual proprietários podem arrendar ao Município terrenos abandonados/sem utilização de que sejam detentores, para que este os subarrende a empreendedores com vontade em criar o seu próprio negócio de base rural”.

Em comunicado, a autarquia sublinha que “o Banco de Terras de Guimarães corporiza um conjunto de benefícios para o proprietário, na medida em que valoriza os seus terrenos com potencial agrícola ou florestal, tem garantia de renda por parte do Município de Guimarães, recebe o património fundiário no mesmo estado de uso ou ainda melhor do que o estado inicial e deixa de ter custos com a limpeza anual de vegetação, espécies arbustivas e manta morta”.

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Guimarães

Morre picado por vespa em Guimarães

Em Infantas

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem com 32 anos perdeu a vida este sábado à noite na sequência de uma picada de vespa, em Infantas, Guimarães.

De acordo com o Jornal de Notícias, o homem terá sido atacado na via pública, na rua do Casal, tendo entrado pouco depois em paragem cardiorrespiratória.

Os Bombeiros de Guimarães deslocaram-se ao local assim como a VMER de Guimarães e SIV de Fafe, mas já não foi possível reverter a situação do homem, sendo o óbito declarado no local, por volta da meia noite.

Desconhece-se se a vespa se trata de uma velutina [asiática] ou alguma espécie autóctone.

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Guimarães

Grupo de Guimarães lança plataforma para “revolucionar comercialização do calçado”

Economia

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Foto: Kyaia / Divulgação

O grupo português Kyaia vai lançar “nos próximos meses” uma nova plataforma digital que promete “revolucionar o processo de comercialização do calçado”, aproximando online as marcas e produtores dos retalhistas, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, o grupo de Guimarães adianta que a plataforma digital B2B (‘Business to Business’ ou “de empresa para empresa”) Shoeply “vem possibilitar o acesso de grandes marcas a inúmeros retalhistas do setor e vice-versa”.

Entre as principais vantagens a Kyaia destaca a “facilidade de acesso a todos os produtos disponíveis”, a “flexibilidade no processo de compra” e a “significativa diminuição de custos”, já que “o online vem facilitar todo o processo comercial”.

Aponta ainda o facto de a nova solução “agilizar todo o tempo de produção e comercialização do produto”.

“No futuro, o Shoeply permitirá a apresentação de um maior número de coleções por ano, por marca, num curto espaço de tempo”, refere, avançando como exemplo o facto de o lançamento de “um novo modelo ou de nova cor poder ficar disponível a qualquer momento para compra”, num “processo mais rápido e cada vez mais adaptado às necessidades de revendedores e consumidores, sem restrições de coleção ou temporada”.

Fundada em 1984 por Fortunato Frederico e Amílcar Monteiro, a Kyaia lidera um grupo empresarial com mais de 600 trabalhadores e um volume de negócios de 55 milhões de euros, possuindo cinco fábricas em Guimarães e em Paredes de Coura.

Além da produção de calçado, o modelo de negócio do grupo estende-se às áreas de distribuição, retalho, imobiliário e tecnologias de informação.

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Guimarães

Hélder Martins é o aluno com melhor média a entrar na UMinho: 19,66 valores

Estudante de Guimarães entrou em Engenharia Física

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Foto: GuimarãesDigital / Facebook de Agrupamento Escolas Francisco de Holanda

É com ”um nervosismo acrescido que Hélder Martins, com 17 anos, encara o facto de ter sido o aluno com melhor média a entrar na Universidade do Minho. Os 19,66 valores permitiram-lhe entrar em Engenharia Física e o vimaranense quer “cumprir as expectativas e manter o mesmo nível ao longo do curso.

Hélder entrou na primeira opção, num curso que junta duas das suas ‘paixões’: a Física e a Matemática.

“Queria algo que não fosse muito longe de casa, que me permitisse continuar a viver em casa e este curso, também, me permite isso”, refere em declarações a O MINHO.

Ainda sem uma ideia quanto ao que vai seguir no futuro, o jovem de Guimarães, ex-aluno da Escola Francisco de Holanda, espera que “o curso responda a essas questões para que posso seguir depois uma área que vai ao encontro das minhas expectativas”

O percurso académico de Hélder já deixava antever um resultado como este. Ganhou a medalha de prata nas mais recentes Olimpíadas de Matemática. “Foi um resultado surpreendente mas muito bom”, recorda sobre a experiência. “Foi algo diferente do normal a que estava habituado com um tipo de problemas mais ligados ao raciocínio que é isso que me interessa muito”.

 

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