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Desporto

AAUMinho conquista quatro medalhas no Campeonato Nacional Universitário

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João Nuno ganhou a medalha de ouro. Foto: Divulgação

O atletismo da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUMinho) conquistou quatro medalhas (uma de ouro, duas de prata e uma de bronze) no Campeonato Nacional Universitário (CNU) de pista coberta, que decorreu em Pombal no último fim de semana.


“O nível competitivo estava alto, pelo que, no geral, faço um balanço muito positivo da prestação dos nossos atletas, especialmente por termos podido trazer estas medalhas para a nossa universidade”, comentou Juliana Dias, monitora do atletismo da UMinho.

Francisca Martins conquistou a prata nos 800 metros. Sónia Machado garantiu a medalha de prata no salto em altura e a de bronze no lançamento do peso. João Lopes subiu ao lugar mais alto do pódio após uma performance de alto nível nos 3000 metros.

O próximo CNU de Atletismo, o de Pista Ar Livre, será em Lisboa no próximo mês de maio.

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Futebol

Câmara do Porto ameaça UEFA com tribunal após cancelamento da Supertaça europeia

Futebol

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara do Porto ameaçou hoje recorrer à justiça para reclamar os prejuízos causados pela decisão da UEFA de não realizar a final da Supertaça europeia de futebol na cidade, acusando aquela instituição de “mentir”.

“Não podemos aceitar não haver contacto com a autarquia e depois que publicitem, no site deles, mentiras”, afirmou o independente na reunião do executivo de hoje onde foi entregue aos vereadores da oposição uma missiva dirigida à UEFA.

O autarca explicou que a UEFA alegou que a final da Supertaça foi transferida para Budapeste por causa da pandemia, argumento que não o município não pode aceitar.

“Não nos dizem nada, romperam um acordo pré-contratual de um contrato que está em vigor e pior dizem que é por causa da pandemia. (…) Não me consta que em Budapeste não haja pandemia”, disse, lamentando “o desrespeito” com o que o processo foi conduzido.

Moreira recorda que o Porto não concorreu para receber a final da Volta a Portugal deste ano, por estar comprometido com as duas candidaturas que foram aceites pela UEFA: a final da Liga das Nações, realizada no ano passado, juntamente com a cidade de Guimarães, e a supertaça europeia deste ano.

E avisou: “em Géneve [na Suíça, país em que está a sede da UEFA] há tribunais”.

Na carta enviada à UEFA, distribuída hoje aos vereadores, Moreira manifesta “surpresa e consternação” pelo facto de a câmara ter tomado conhecimento através da comunicação social de que o Comité Executivo da UEFA decidiu que o Porto já não seria o local de realização da Supertaça Europeia, agendada para o passado mês de agosto e que o jogo teria lugar na Hungria, devido à pandemia de covid-19.

Na missiva, a autarquia assinala que à data da decisão – 17 de junho – o Porto já não registava nenhum teste positivo desde 05 de junho, ou seja, cerca de 12 dias, situação que manteve durante mais de um mês.

“Julgamos assim incompreensível a decisão (…) nem admitimos que nos seja invocado ‘force majeure [força maior]’”, porque na verdade o evento irá decorrer numa outra cidade europeia, e porque um evento da UEFA, a fase final da Champions League, foi organizada em Portugal, numa cidade onde a incidência da covid-19 era maior que no Porto”, lê-se na carta hoje conhecida.

Melhor seria, entende a autarquia, que a UEFA, tendo atribuído a fase final da Liga dos Campeões a Lisboa, dissesse que, por causa disso, optou por não realizar a final da Supertaça europeia no Porto.

Na missiva enviada a 16 de setembro, realça-se ainda que, além dos prejuízos decorrentes da alteração do evento ao nível da logística e infraestrutura já executadas para a realização do evento no Porto, resultam ainda prejuízos de imagem e reputação para a cidade e para o seu município, “na medida em que os adeptos, toda a comunidade futebolista, e também potenciais visitantes e organizadores de eventos presumirão que o Porto não é seguro por causa da pandemia de covid-19”.

A autarquia salienta que não deixará de reclamar a reparação dos prejuízos causados por esta decisão, contudo, diz estar disponível para alcançar uma solução favorável a todos.

Os vereadores da CDU, PS e do PSD mostraram-se solidários com a posição assumida por Rui Moreira, tendo lamentado que a autarquia não tenha sido ouvida sobre esta matéria.

Ilda Figueiredo, vereadora da CDU, que levantou o tema, lamentou que tanto o Primeiro-Ministro e Presidente da República, que apoiaram a realização em Lisboa da Liga dos Campeões, não tenham tido a mesma atenção com o Porto, que foi vítima de uma “discriminação clara”.

Também o vereador do PSD, Álvaro Almeida, criticou a postura do poder central, que se repete “sobretudo quando está em causa algo em Lisboa”.

Pelo PS, Maria João Castro disse estar solidária com a decisão tomada pelo presidente da Câmara do Porto, considerando que “a cidade foi muito maltratada”.

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Futebol

Diogo Silva assina pelo Gil Vicente até 2023

Mercado de transferências

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Foto: Imagem Gil Vicente TV

O defesa central brasileiro Diogo Silva reforçou o Gil Vicente, da I Liga portuguesa de futebol, por três épocas, confirmou hoje o clube de Barcelos, na página oficial na rede social Facebook.

Contratado ao Ypiranga, clube que milita na série C brasileira (terceiro escalão) e pelo qual disputou 14 jogos oficiais em 2020, o futebolista, de 25 anos, mostrou-se “grato” aos minhotos por lhe darem a primeira oportunidade de jogar na Europa.

“Isto significa muito para mim. O sonho de todos os atletas, principalmente no Brasil, é o de vir para a Europa e ter sucesso. Estou grato ao Gil Vicente por me ‘abrir a porta'”, disse, no vídeo publicado pelo clube na rede social.

Diogo Silva, que se definiu como um jogador com “velocidade” e “força”, confessou estar “ansioso” por realizar o “primeiro jogo a nível europeu” e reconheceu que a presença de mais 13 elementos brasileiros no plantel “facilita” a sua integração no Gil.

Além do Ypiranga, Diogo Silva representou ainda, como sénior, Maringá, Velo Clube e Londrina, todos do Brasil.

O atacante é o 14.º reforço dos ?galos’ para a temporada 2020/21, depois do guarda-redes Daniel Fuzato, dos defesas Joel Pereira, Souleymane Aw, Talocha e Tim Hall, dos médios Antoine Léautey, Kanya Fujimoto, Leandrinho, Guilherme Mantuan e Lucas Mineiro e dos avançados Boubacar Hanne, Miullen e Renan Oliveira.

O plantel gilista ia começar o campeonato às 18:30 do passado sábado, frente ao Sporting, em Lisboa, mas as autoridades de saúde adiaram o desafio, agora marcado para a semana de 12 a 16 de outubro, face aos 18 casos de covid-19 identificados no clube barcelense: 10 em jogadores, cinco na restante estrutura do futebol, incluindo o treinador principal, Rui Almeida, e três em pessoas alheias ao departamento de futebol profissional.

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Futebol

“Fomos pragmáticos, objetivos e eficazes”

Ricardo Soares

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Foto: DR

Declarações após o jogo Moreirense-Farense (2-0), da primeira jornada da I Liga de futebol, disputado hoje no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, em Moreira de Cónegos:

Ricardo Soares (treinador do Moreirense): “Entrámos muito bem no jogo. Fizemos o primeiro golo numa excelente jogada e poderíamos ter feito o segundo, fruto da nossa estratégia de pressão alta, forte reação à perda da bola e ataque aos espaços. Continuámos nessa toada, mas sofremos com alguma instabilidade no lado direito.

Contudo, prevaleceu a nossa organização defensiva. Recordo-me de duas situações realmente perigosas. Se o adversário faz golo, o jogo poderia transformar-se e nós teríamos capacidade para ir à luta em busca dos três pontos.

Na segunda parte, entrámos fortes novamente. Há uma situação clara em que o guarda-redes é expulso e fomos muito fortes perante as condições à nossa disposição. Fomos pragmáticos, objetivos e eficazes. Podíamos ter feitos mais golos, mas não concedemos oportunidades e remates à baliza e isso são indicadores de uma equipa focada.

Saíram muitos jogadores que eram habituais primeiras escolhas no passado e vieram jogadores jovens e de realidades diferentes. Isso tem os seus custos e há que ter paciência com eles. Se o clube os contratou, é porque vê qualidade neles, mas o contexto inserido é de muito trabalho e sacrifício. Obviamente estou à espera de jogadores.

A direção sabe que precisamos de vários reforços e acredito que esteja a trabalhar nesse sentido. O campeonato é longo e precisamos de dotar a equipa de outras características para ficarmos mais fortes. Hoje vencemos e estamos felizes, mas temos consciência de que é preciso vir bastante gente para criar competitividade e uma qualidade superior.”

Sérgio Vieira (treinador do Farense): “O mérito é de quem marca e consegue conquistar os pontos, mas foi um resultado extremamente penalizador para nós e injusto pelas circunstâncias da partida. Sofremos muito cedo, mas tivemos uma reação muito forte e oportunidades para empatar e dar a volta ao resultado ainda na primeira parte.

No início da segunda parte, a expulsão do Defendi muda o rumo dos acontecimentos e condicionada o nosso desempenho. Ajustámos a equipa para irmos atrás do resultado, mas era muito difícil face ao atraso em termos individuais, na condição física e no entrosamento. Mesmo assim, acho que ficou uma excelente imagem dos atletas.

O fim da paragem tem sido determinante para ajustarmos processos e elevar os índices físicos de alguns jogadores em competição e não apenas em treino. Isso é fulcral para o desempenho coletivo. Transitámos com cerca de 50% do plantel da época passada e alguns reforços vieram com algum tempo de paragem ou com problemas físicos.

Além dos acertos que temos para fazer, pretendemos elevar a qualidade do plantel. Temos jogadores aqui que podem e vão render muito mais. Viemos com uma atitude ambiciosa, que foi traída por um erro defensivo e por outro erro coletivo no momento de retirar a profundidade aquando da expulsão. Esperemos que haja um ajuste ou outro.”

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