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Futebol

“A união do grupo” faz o Famalicão líder da Liga

I Liga

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Foto: Facebook de FC Famalicão

O Famalicão é, à quarta jornada, o líder isolado da I Liga portuguesa de futebol e o segredo desse sucesso passa pela união do grupo, conforme revelou Anderson, avançado e melhor marcador da equipa.

O jogador brasileiro, de 21 anos, chegou ao emblema famalicense há quase três anos, oriundo do Guarani, e a experiência no mundo do futebol era quase nula.

Depois de quase 12 anos sempre ligado ao futsal, Anderson e o irmão, André Clóvis (que agora joga no Leixões), decidiram, aos 17 anos, experimentar o futebol. Depois de um ano no Guaratinguetá e outro no Guarani, os dois irmãos rumaram a Portugal para tentar a sorte.

Anderson ainda se recorda do primeiro dia em Famalicão. “Vinha só para fazer testes”, explicou em declarações à agência Lusa. Na altura, o Famalicão militava na II Liga e já há algum tempo que vinha tentando a subida.

“Cheguei para fazer testes, não sabia nada. Quando cheguei aqui, o treinador era o Dito e ele disse-me que tinha uma semana para mostrar o que valia, mas em dois dias disse que eu já podia assinar o contrato. Um contrato de três anos. Foi um sonho”, confessou o jogador, que não se acanha em explicar as diferenças do Famalicão dessa altura para o desta.

“Este é um Famalicão muito jovem, mas a determinação e o pensamento é de gente grande. Pensamos diferente e isso ajuda bastante. O Famalicão do ano passado, a equipa? Não tenho nada que reclamar. Toda a gente era sensacional a lidar com as pessoas. Mas não se compara com este ano. Está a melhorar cada vez mais”, afirmou.

Apesar da normal cautela de um jogador que representa um clube recém-promovido à I Liga, Anderson não sente receio em deixar os sonhos falarem mais alto, porque, na verdade, para ele “nada é impossível no futebol”.

Quando questionado até onde pode chegar o Famalicão desta época, o brasileiro não tem dúvidas: “Acho que o Famalicão pode ser campeão. Mas sabemos que vai ser difícil. Mas nada é impossível.”

A realidade da liderança na quarta jornada, à frente dos três ‘grandes’, é, para Anderson, um sinónimo de tranquilidade.

“Temos pressão todos os dias. Mas o facto de estarmos em primeiro nesta altura acalma-nos mais um pouco. A ansiedade nos jogos é menor, os outros clubes respeitam-nos mais”, afirmou o jogador, que, apesar de ainda considerar ser prematuro, não consegue deixar de pensar no facto de vir a poder chegar às competições europeias, algo que acredita ser “o sonho de qualquer jogador de futebol”.

Em termos pessoais, a ambição de Anderson também não é curta.

“Penso chegar mais longe ainda. Estou num bom clube, respeito o Famalicão, mas tenho que ser sincero: quero chegar no topo do futebol. O Anderson pode chegar lá e tenho a certeza que a treinar todos os dias e a fazer tudo o que tenho feito tenho a certeza que vou assinar o meu contrato profissional com a equipa dos meus sonhos”, confessou.

Anderson ainda tem poucos minutos esta época (66) e tem sido usado como uma espécie de “arma secreta”, como gosta de se apelidar. O brasileiro foi suplente nos quatro jogos do campeonato, e nesses quatro entrou e fez a diferença. Em dois desses jogos acabou mesmo por decidir.

“Pode-se dizer que sou a arma secreta desta equipa. Quando entro, entro sempre com vontade de ganhar e fazer diferença. É isso que me distingue”, disse ainda o jogador, que não tem problemas em assumir o grande objetivo pessoal para esta época: “Quero ser o melhor marcador da Liga.”

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Futebol

Gil Vicente perde (2-0) na Luz

5.ª jornada da I Liga

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Foto: Twitter / Benfica

Um autogolo de Ygor Nogueira abriu este sábado caminho à vitória do Benfica na receção ao Gil Vicente, que o ‘artilheiro’ Pizzi fixou em 2-0, em jogo da quinta jornada da I Liga portuguesa de futebol.

O triunfo coloca o Benfica isolado no segundo lugar, com 12 pontos, menos um do que o líder Famalicão, que hoje venceu o Paços de Ferreira por 4-2, mas com mais um jogo do que o FC Porto, terceiro colocado, com nove, que defronta no domingo o Portimonense.

A dupla atacante composta por Seferovic e Raul de Tomás voltou a ficar em ‘branco’, numa noite em que o marroquino Taarabt esteve em clara evidência nas transições defesa-ataque, nas quais procurou encontrar espaços para situações de golo.

O Benfica surpreendeu, ao colocar no ‘onze’ o sérvio Fejsa, quando o esperado seria que o grego Samaris mantivesse a titularidade. Do lado do Gil Vicente, destacaram-se as estreias absolutas de Fernando Fonseca, Ygor Nogueira e Yves Baraye.

Embora o resultado indique o contrário, os ‘encarnados’ sentiram dificuldades para se superiorizarem aos gilistas, porque a equipa de Barcelos ocupou bem os espaços no meio-campo e só Taarabt, o melhor elemento em jogo, disfarçou o desacerto do Benfica, que viu aos 10 minutos Pizzi permitir a defesa de Denis na marcação de uma grande penalidade.

O guarda-redes da equipa visitante voltou a negar o golo ao médio do Benfica aos 40 minutos.

A equipa treinada por Vítor Oliveira tinha o plano de jogo bem estudado, mas não estava à espera que, aos 45 minutos, Ygor Nogueira, que tinha cometido a grande penalidade sobre Pizzi, traísse Denis, depois de uma jogada iniciada por Taarabt.

O médio desmarcou André Almeida, na direita, tendo o defesa lateral cruzado para servir Raul de Tomás, mas o central brasileiro antecipou-se e encaminhou a bola para a própria baliza.

A saída de Lino para a entrada de Romário Baldé, no início da segunda parte, visava trazer maior mobilidade ao Gil Vicente na direita e impedir as subidas de Grimaldo, mas foi Kraev que teve nos pés a oportunidade de igualar o encontro, atirando por cima, já em frente de Vlachodimos.

Na resposta, Pizzi, após assistência de André Almeida, rematou ao lado, mas, aos 53 minutos, redimiu-se da grande penalidade falhada, com uma finalização de primeira, com o pé esquerdo, na sequência de um pontapé de canto, somando o oitavo golo da conta pessoal esta temporada, o sexto na I Liga.

A perder por 2-0, o Gil Vicente desperdiçou uma oportunidade soberana para fazer um golo no Estádio da Luz: Kraev, aos 70 minutos, voltou a falhar duas ocasiões flagrantes na mesma jogada, não conseguindo levar a melhor sobre Vlachodimos e, na recarga, atirando ao lado.

Aos 88 minutos, o Gil Vicente ainda conseguiu introduzir a bola na baliza do Benfica, mas Sandro Lima estava em posição irregular e o lance foi invalidado.

Declarações dos Treinadores

Bruno Lage (Treinador do Benfica): “[Utilização de Fejsa] São situações que acontecem no fecho do mercado. A partir do momento em que fecha temos de contar com os que cá ficam. Os jogadores dão sinais que querem continuar. Continuamos a acreditar que continuará a dar aquilo que deu ao longo dos anos na equipa.

Em relação a Pizzi não estou surpreendido. Para além da qualidade individual é um jogador que aparece muitas vezes em situações de golo. Hoje, ele sentiu que a bola iria cair ali e fazer o golo. Em relação aos dois avançados, Raul de Tomas estava em posição para marcar e surgiu um golo na própria baliza.

Este tipo de jogos são aqueles que fazem as equipas campeãs. É sempre muito difícil fazer a mudança depois de jogos internacionais. O que mais me preocupa são aqueles que não jogam. Ficam 12 ou 14 dias sem jogar. Por aquilo que tive a oportunidade de verificar, vencemos o nosso jogo, mas a nível internacional houve muitas equipas que perderam pontos.

Hoje, tivemos uma entrada muito forte com uma tentativa de Ferro outra de Pizzi. Este Gil Vicente fechou o jogo interior e a nossa estratégia passava por ir à largura, pelas laterais, para atrair jogadores no corredor. O nosso primeiro golo foi assim. Trabalhámos até à exaustão esses movimentos.

Chegámos a vencer ao intervalo com mérito. Na segunda parte pretendia que a equipa fosse mais consistente. Depois do 2-0 senti que a equipa tinha o jogo na mão. Neste tipo de jogos temos de entender que temos de vencer.

Dá-me gosto que os adeptos apõem a equipa. Taarabt está determinado em refazer a sua carreira. Foi à seleção e regressou como capitão de equipa.

Raul de Tomas tem de ter essa ansiedade de querer marcar um golo. Imagina a oportunidade de ter um golo, em que era só encostar, e aparece um adversário a marcar. É natural que ficasse insatisfeito”.

Vítor Oliveira (Treinador do Gil Vicente): “Defensivamente estivemos bem. Fomos uma equipa sempre bem organizada. Cometemos duas falhas. A primeira que deu origem à grande penalidade. Denis fez uma excelente defesa e depois outra [Pizzi, aos 40 minutos] que Denis conseguiu resolver. E pouco mais o Benfica fez na primeira parte. Sofremos aquele golo num lance que estávamos alertados. O 1-0 foi um tónico muito forte para o Benfica.

Na segunda parte tentámos entrar com maior velocidade com a entrada de Romário Baldé. Não funcionou.

Todas as equipas que participam nas competições europeias ficam com a atenção dividida. Mas isso não funcionou.

Tivemos três oportunidades muito boas. Não conseguimos concretizar nenhuma delas. Foi nítido azar e também mérito do guarda-redes [Vlachodimos]. Jogámos sem medo. Conseguimos bloquear o caudal ofensivo do Benfica. Tivemos algum medo nas saídas para o ataque.

Os jogadores foram empenhados, trabalharam bem. Têm qualidade mais do que suficiente para jogar na I Liga. Temos confiança nestes jogadores. Iremos ser mais fortes com outras equipas. Fazer a estreia na Luz não é a melhor situação. Muitos destes jogadores não conheciam a realidade do futebol português.

O Benfica é sempre difícil de travar porque funciona muito bem coletivamente. Hoje, teve alguma dificuldade, nomeadamente na primeira parte, no jogo interior do Benfica pelo Pizzi e Rafa. Conseguimos pará-los. Em termos de referências individuais tem um jogador que tem subido de rendimento que é o Taarabt. Hoje, foi um jogador muito importante na vitória do Benfica.

Sou muito crítico na não utilização dos jogadores emprestados [Alex Pinto, titular do Gil Vicente, não jogou hoje por estar cedido pelo Benfica]. Ou os jogadores são sérios ou não são. Esta é uma determinação estúpida. É preciso perceber bem esta situação. Como estas, há muitas no futebol português, em que somos ricos a descobrir situações duvidosas”.

Ficha de Jogo

Jogo realizado no Estádio da Luz, em Lisboa.

Benfica – Gil Vicente, 2-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Ygor Nogueira, 45 minutos (própria baliza).

2-0, Pizzi, 53.

Equipas:

– Benfica: Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Ferro, Grimaldo, Fejsa, Taarabt, Pizzi, Rafa (Caio Lucas, 71), Raúl de Tomás (Jota, 77) e Seferovic.

(Suplentes: Zlobin, Jardel, Tomás Tavares, Samaris, Cervi, Caio Lucas e Jota).

Treinador: Bruno Lage.

– Gil Vicente: Denis, Fernando Fonseca, Rodrigo, Ygor Nogueira, Rúben Fernandes, Soares, João Afonso (Leonardo, 82), Kraev, Lino (Romário Baldé, 46), Baraye e Sandro Lima.

(Suplentes: Wellington Luís, Arthur Henrique, Edwin Banguera, Leonardo, Ahmed Isaiah, Erick e Romário Baldé).

Treinador: Vítor Oliveira.

Árbitro: João Pinheiro (AF Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Ygor Nogueira (30), Kraev (46), Soares (78), Baraye (80) e Jota (90).

Assistência: 54.706 espetadores.

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Futebol

Famalicão soma e segue no topo da Liga

Contra o Paços de Ferreira

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Foto: Twitter FC Famalicão

O FC Famalicão voltou a vencer (4-2) este sábado frente ao Paços de Ferreira, com bis do ex-SC Braga Fábio Martins.

Em jogo realizado no Estádio Municipal de Famalicão, os famalicenses adiantaram-se no marcador logo aos 6 minutos, com golo de Fábio Martins, na conversão de uma grande penalidade.

Aos 60 minutos, Guga, ex-Benfica, acabado de entrar na partida, fez o segundo para os de Famalicão. Fábio Martins, aos 68, bisou na partida, ampliando o marcador para três golos.

Aos 72 minutos foi a vez de outro jogador que passou pelo SC Braga, Pedro Gonçalves, a fazer o quarto da partida.

O Paços de Ferreira reduziu já perto do final por intermédio de Douglas Tanque, aos 87 minutos e novamente aos 90+3, fechando o marcador.

Com este resultado, os famalicenses seguem na liderança com 13 pontos, no total de quatro vitórias e um empate, onze golos marcados e cinco sofridos.

Na tabela, Famalicão segue com mais quatro pontos do que o Benfica, campeão nacional, e o FC Porto (ambos com nove, mas menos um jogo realizado), enquanto o Paços de Ferreira é último classificado, com um.

Na 6.ª jornada, o Famalicão tem a primeira prova de fogo, com a deslocação a Alvalade para defrontar o Sporting.

Declarações dos Treinadores

– João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “Foi uma vitória justíssima. Entrámos muito bem, confiantes e à procura do golo. Ganhámos o penálti e depois de chegarmos à vantagem mantivemos a nossa postura, muito tranquilos.

Na segunda parte retificámos uma ou outra situação e aproveitámos o nosso momento. Fomos eficazes no ataque rápido. Sempre que ganhávamos a bola estávamos posicionados e isso proporcionou chegarmos ao quarto golo.

Foi pena os dois golos sofridos, mas isso deveu-se a uma quebra física da equipa, é uma situação que vai ser retificada.

O segredo é o trabalho diário. Não temos pressão nenhuma em estar na liderança. Estamos tranquilos e contentes. Já estamos a pensar no próximo jogo.

Vai ser um jogo complicado de grau de dificuldade máxima. Mas vamos estar prontos para disputar esse jogo.

A nossa ideia é sempre tentar controlar o jogo e dominá-lo, mas sabemos que é difícil fazer isso em todos os jogos e com todas as equipas. Mas foi isso que aconteceu hoje.

As coisas estão a ser bem feitas. A fasquia é a mesma”.

– Pepa (treinador do Paços de Ferreira): “Há muita coisa que justifica o resultado. O penálti condicionou muito, mas, mais do que isso, o espaço que estávamos a dar ao nosso adversário. Estávamos com espaço entre linhas de 30 metros e os nossos médios muito próximos da linha defensiva e isso não pode acontecer.

A eficácia é qualidade. O resultado foi mérito do Famalicão. Traduz que temos que ter mais critério no último terço do jogo. A nossa reação à perda foi má. Temos que ser mais reativos à perda. Corremos para trás. E mesmo nas transições ofensivas temos que ser mais pragmáticos.

Temos de potenciar o que foi bom. Há aspetos positivos. A estatística não ganha jogos. O importante é a eficácia. Temos de nos focar que conseguimos fazer muito mais e melhor.

Estamos com um ponto e não pode ser isso que nos vai castrar a criatividade e liberdade. É algo que vai melhorar seguramente. A bola tem que circular mais. É algo que temos de trabalhar”.

Ficha de Jogo

Jogo disputado no Estádio Municipal de Famalicão.

Famalicão – Paços de Ferreira, 4-2.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Fábio Martins, 06 minutos (grande penalidade).

2-0, Guga, 60.

3-0, Fábio Martins, 67.

4-0, Pedro Gonçalves, 72.

4-1, Tanque, 87.

4-2, Tanque, 90+23.

Equipas:

– Famalicão: Defendi, Lameiras, Fábio Martins, Gustavo Assunção (Tymon, 77), Nehuen, Toni Martinez, Roderick (Riccieli, 16), Pedro Gonçalves, Centelles, Racic (Guga, 58) e William.

(Suplentes: Vaná, Guga, Walterson, Riccieli, Diogo Gonçalves, Tymon e Anderson).

Treinador: João Pedro Sousa.

– Paços de Ferreira: Ricardo, Bruno Santos, Marco Baixinho, André Micael, Bruno Teles, Pedrinho, Luiz Carlos, Rafael Gava (Tanque, 60), Hélder Ferreira (Uilton, 65), Murilo (Bernardo, 80) e Welthon.

(Suplentes: Simão, Oleg, Bernardo, Uilton, Jorge Silva, Diaby e Tanque).

Treinador: Pepa.

Árbitro: António Nobre (AF Leiria).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Fábio Martins (45+4), Centelles (57), Bruno Santos (70), Bernardo (86).

Assistência: Cerca de 5.000 espetadores.

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Futebol

Treinador do Moreirense espera “jogo equilibrado” nos Açores

5.ª jornada da I Liga

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Foto: DR / Arquivo

O treinador do Moreirense, Vítor Campelos, antecipou este sábado um “jogo equilibrado” nos Açores, frente ao Santa Clara, para a quinta jornada da I Liga portuguesa de futebol, mas frisou que a sua equipa está preparada para pontuar.

O técnico defendeu que a turma da vila de Moreira de Cónegos, com sete pontos em quatro jogos, fez um “excelente arranque”, mas lembrou que o campeonato é mais uma “maratona” do que “uma prova de velocidade”, tendo projetado um “jogo difícil” no domingo, frente a uma das equipas com “menos mexidas” face a 2018/19, “bem orientada” pelo treinador João Henriques.

“Temos mais um jogo extremamente difícil, mas tudo faremos para conquistar pontos. Creio que vai ser um jogo equilibrado, com duas boas equipas”, disse, na antevisão ao encontro do Estádio de São Miguel, em Ponta Delgada, às 15:00 locais (16:00 em Lisboa).

O embate de domingo vai colocar frente a frente duas das equipas menos batidas neste início de competição – os açorianos sofreram dois golos e são a melhor defesa, a par da do Benfica, enquanto os vimaranenses contabilizam três.

Vítor Campelos reconheceu o mérito do Santa Clara nesse capítulo, mas realçou que o Moreirense está preparado para ser “uma equipa organizada”, sempre com “os olhos postos na baliza adversária”, para contornar essa eficácia defensiva do adversário, atual 10.º classificado, com cinco pontos.

Nas duas últimas semanas, marcadas pela interrupção do campeonato, o treinador só pôde contar com seis jogadores chamados às seleções nacionais em dois treinos de preparação para o duelo nos Açores, mas mostrou-se simultaneamente “orgulhoso” desse facto.

“Temos de aproveitar a motivação que trazem, porque todos saíram vencedores dos seus jogos”, disse, em referência a Steven Vitória (Canadá), Halliche (Argélia), Sori Mané (Guiné-Bissau), Fábio Abreu (Angola), Luther Singh (sub-23 da África do Sul) e Filipe Soares (sub-21 de Portugal).

O Moreirense, sétimo classificado, com sete pontos, defronta o Santa Clara, 10.º, com cinco, em jogo agendado para domingo, no Estádio de São Miguel, em Ponta Delgada, nos Açores, às 15:00 locais (16:00 em Lisboa).

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