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Braga

A frase polémica da secretária de Estado sobre a PJ de Braga

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Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

A secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro, revelou que uma estrutura como a Polícia Judiciária de Braga “tanto pode funcionar num município como em outro município contíguo”, admitindo assim que a PJ de Braga deixasse este concelho.

Esta a frase polémica da número-dois do Ministério da Justiça, proferida esta quinta-feira, em Braga, na abertura do 5º Congresso de Investigação Criminal, que levou já às posições veementes por parte do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, como do deputado bracarense Hugo Soares, afirmando o último ser “um ato de chantagem” que a governante estaria a fazer sobre a autarquia, o que repudiou, na Assembleia da República.

Helena Mesquita Ribeiro começou por dizer, em Braga, que “o poder local também tem interesse em manter estas estruturas dentro dos municípios”, acrescentando ainda que “era muito importante também que a Câmara nos ajudasse na localização de um espaço e daí eu estar a contar com o senhor presidente da Câmara, na localização de uma instalação, seja ela um terreno, portanto um imóvel rústico, mas que tenha apetência construtiva para podermos construir mais rapidamente possível umas instalações condignas para a Polícia Judiciária ou então a identificação de um espaço que possamos adaptar para albergar com dignidade este segmento da nossa administração da justiça e que tão importante é para garantir a paz social no distrito de Braga”.

“As câmaras municipais têm sido um parceiro importantíssimo”, salientou na ocasião a secretária de Estado Adjunta e da Justiça, ainda na presença do vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Firmino Marques.

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Braga

Câmara de Braga transfere 5,5 milhões para pagar dívida dos TUB

TUB – Transportes Urbanos de Braga.

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Novos autocarros elétricos. Foto: Facebook de Município de Braga (Arquivo)

A Câmara de Braga vai transferir 5,5 milhões de euros para pagar a dívida contraída desde a sua constituição em 1999, pelos TUB – Transportes Urbanos de Braga.

“O Município apenas efetuou transferências. para cobrir os prejuízos verificados. nos exercícios de 2006, de 2008, de 2009 e de 2013”, salienta a proposta da sua Administração, a qual sublinha que, com exceção de 2013, o primeiro ano de mandato da atual maioria PSD/CDS, os TUB tiveram cinco anos sucessivos de resultados líquidos positivos.

Recorda que o Município “inscreve nas suas preocupações de coesão social a prática de preços do transporte que facilitem a mobilidade de pessoas de mais baixos recursos e/ou com especiais necessidades de deslocação por razões que se relacionam com as necessidades do seu dia a dia, especialmente os estudantes”. Para 2019 não haverá aumentos de tarifas.

Considera, ainda, que as obrigações de índole social que o Município se impõe em matéria de transporte coletivo de passageiros estão atribuídas aos TUB, cujo objeto social principal consiste precisamente na prestação de serviço público de transporte de passageiros.

Anualmente, e ao contrário do que sucede em Lisboa e no Porto, a Administração Central apenas transfere o montante de 103 mil euros para compensação de passes sociais, nomeadamente estudantis.

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Braga

Município de Braga e UMinho musealizam ruínas romanas das Carvalheiras

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Foto: DGPC

O Município de Braga e a Universidade do Minho assinam esta segunda-feira um acordo de cooperação para o desenvolvimento de um projeto integrado de valorização, musealização e adequação à visita da
área arqueológica romana das Carvalheiras.

O protocolo, que será debatido em reunião de Câmara e rubricado de seguida pelo seu presidente, Ricardo Rio e pelo Reitor, Rui Vieira de Castro, inclui duas fases, a primeira das quais, já em 2019, contempla a conceção da solução arquitetónica de musealização das minas e dos circuitos de visita, das soluções de conservação e cobertura dos vestígios, da solução arquitetónica do centro de interpretação e da sua articulação com a área a visitar. Envolve, ainda, uma solução de arranjo paisagístico do interior do quarteirão das Carvalheiras.

A segunda fase, a desenvolver a partir de 2020, diz respeito à execução do projeto, com o propósito de ser financiado por fundos comunitários, mediante a respetiva candidatura pelo Município.

Aberto ao público

Pretende-se que a cidade de Braga “passe a dispor de uma ampla área patrimonial musealizada e aberta ao público, que constituirá um equipamento de grande valor histórico e cultural, verdadeiramente emblemático da origem romana da cidade capaz de ajudar a reforçar a sua identidade e a diferenciar a oferta cultural de Braga, reforçando a sua singularidade. competitividade e atratividade. Simultaneamente,
permitirá criar as condições para dotar o interior do quarteirão das Carvalheiras de um parque urbano, aberto à cidade e aos visitantes, anexo às minas, que fàcultará um usufruto qualificado do espaço pelos cidadãos e o dcsenvolvimento de atividades culturais e de lazer”.

As ruínas das Carvalheiras integram os vestígios remanescentes de um bairro residencial da antiga “Bracara Augusta”. Acredita-se – diz a Wikipedia – que tenha sido erguido no século I, tendo sofrido transformações no século III, e sendo habitado até finais do século V.

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Braga

Seis feridos em acidente no túnel da Avenida João XXI em Braga

O trânsito esteve cortado.

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Foto: DR / Facebook

Uma colisão entre duas viaturas provocou seis feridos, todos considerados ligeiros, e levou ao fecho do túnel da Avenida João XXI, em Braga, este domingo, cerca das 19:00 horas.

Foto: Facebook de José Ferreira no grupo “Moina na Estrada”

No local, os Bombeiros Sapadores de Braga e uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) prestaram socorro às vítimas, que foram transportadas para o Hospital de Braga.

Foto: Facebook de José Ferreira no grupo “Moina na Estrada”

O trânsito esteve cortado nos dois sentidos, mas foi entretanto reaberto.

A PSP tomou conta da ocorrência.

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