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Futebol

“A equipa esteve espetacular a resolver o que era necessário, como guerreiros”

Taça de Portugal

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Foto: SC Braga / NEXT

Declarações dos treinadores do FC Porto e SC Braga, Sérgio Conceição e Carlos Carvalhal, no final da partida da segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal de futebol, que os minhotos venceram por 3-2.

Carlos Carvalhal (treinador SC Braga): “Não tenho palavras para descrever os meus jogadores. Têm sido fantásticos na atitude, encarando cada jogo como se fosse último.

Hoje, houve dois jogos dentro do mesmo. Um primeiro até aos 30 minutos, com três golos e uma bola na barra, e uma exibição de grande qualidade a jogar em todo o campo e justificar o que estávamos a ter.

Depois, houve um outro jogo após a expulsão, em que fizemos um apelo ao caráter e união da equipa, em que os jogadores foram estoicos. Fechamos bem as linhas e defendemos com qualidade. Demos resposta aos problemas que o jogo pediu.

O FC Porto criou-nos muitas dificuldades, mas a equipa esteve espetacular a resolver o que era necessário, como guerreiros.

Preparamos esta partida a pensar em duas formas do FC Porto jogar, e uma delas aconteceu como prevemos. Fizemos o nosso jogo, tal como o temos feito desde início da época.

O SC Braga tem um caminho traçado, olhando o próximo jogo sempre a pensar no jogo como se fosse o último. Não pensamos muito no destino, mas sim no caminho.

Se isto nos levou às finais da Taça da Liga e de Portugal, a uma boa classificação no campeonato e a uma boa prestação na Liga Europa, temos de o continuar a fazer”.

Sérgio Conceição (treinador do FC Porto): Entrámos muito mal no jogo, muito longe do que é imagem desta equipa. Cometemos erros difíceis de controlar na organização defensiva, mesmo estando precavidos.

Tivemos erros individuais que penalizaram a equipa, perante um adversário em que tudo lhe correu bem.

Não era expectável, e não nos podemos esquecer deste jogo. Antes de levantar a cabeça para o próximo jogo, temos de a baixar neste momento. Faltou-nos discernimento, mas assumo a responsabilidade da derrota. Sou eu que escolho o ‘onze’.

Na segunda parte tivemos várias situações para marcar, fomos sempre à procura do golo, e até estivemos perto do empate já aos 82, mas pela nossa entrada no jogo, o Braga mereceu a vitória e temos de lhes dar os parabéns.

Quando mexi na equipa, logo aos 32 minutos, havia jogadores que não estavam bem no jogo”.

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