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Famalicão

Associação de Famalicão associa-se à UNESCO para promover arte

Protocolo foi assinado segunda-feira.

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Foto: Divulgação

A associação “Casa ao Lado”, em Vila Nova de Famalicão”, vai albergar um centro artístico da UNESCO. O protocolo foi assinado na segunda-feira, comprometendo-se aquela associação a colaborar com as instituições locais, regionais e internacionais em iniciativas no domínio das artes que partilhem os ideais da UNESCO.

“A missão d’A Casa Ao Lado passa pelo apoio ao desenvolvimento das capacidades técnicas ligadas às artes junto de públicos de diversas faixas etárias, com especial enfoque em grupos em situação de maior vulnerabilidade social. A inclusão social que promovemos através da arte, roteiros culturais, visitas de estudo culturais e intervenções urbanas enquadra-se nos ideais defendidos pela UNESCO e está na base do interesse de ambas as instituições em reforçarem o seu relacionamento”, explica Ricardo Miranda, diretor artístico de “A Casa Ao Lado”, citado no site da Comissão Nacional da UNESCO.

“O Clube UNESCO – A Casa Ao Lado vai constituir-se como parceiro da comunidade educativa na promoção da educação para todos, visando a plena inserção dos jovens na vida da comunidade, contribuindo assim para o desenvolvimento da região, tendo sempre em atenção os princípios e valores da UNESCO”, reforça Anna-Paula Ormeche, coordenadora da rede de Clubes UNESCO, sublinhando que “os projetos d’A Casa Ao Lado representam um contributo importante na promoção do equilíbrio social e do exercício de uma cidadania mais consciente e participativa”.

“A Casa ao Lado”, criada em 2005, afirma-se como associação que “procura o envolvimento em projetos que, partindo de uma educação/formação artística de base, [que] permitam assegurar o cunho artístico interventivo nas comunidades, consagrando a sua marca e primando pela autenticidade”, conforme apresentação disponível no seu site na Internet.

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Ave

Apanhou ladrão a assaltar casa e prendeu-o até chegar a GNR, em Famalicão

Crime

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Foto: O MINHO

A GNR deteve, hoje de madrugada, um homem de 33 anos por tentativa de furto numa casa, em Famalicão.

“O suspeito terá tentado furtar bens no interior de uma residência e, para tal, muniu-se de uma faca. Foi, no entanto, surpreendido pelo proprietário que avisou os militares e o reteve até à sua chegada”, refere comunicado da GNR.

O suspeito tem antecedentes criminais. Em fevereiro, já tinha sido detido por furto de ouro noutra residência.

A GNR refere, ainda, que “os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão”.

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Ave

Covid-19: Cinco mortes em lar de Famalicão

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Cinco utentes do Centro Social de Bairro, em Famalicão, morreram de complicações respiratórias na sequência de infeção pelo vírus SARS CoV 2, que provoca a doença covid-19, apurou O MINHO junto de fonte da direção.

Ana Sousa explica que os cinco idosos tinham várias complicações de saúde, o que levou a que fossem transportados para as unidades hospitalares de Famalicão e Guimarães, onde acabaram por falecer. Rondavam a casa dos 90 anos de idade.

“Temos feito um trabalho diário, quase ao minuto, junto da saúde pública, os nossos enfermeiros e o médico estão a acompanhar permanentemente os nossos utentes que temos isolados e também os outros, que não estão infetados”, disse a presidente da instituição.

A mesma preferiu não adiantar o número real de infetados, uma vez que ainda se encontram a decorrer vários testes de despistagem e aguardam-se resultados. “O que é agora, daqui a um minuto pode deixar de o ser, por isso não vou avançar números de infeções”, esclareceu.

Visivelmente transtornada com a situação, a diretora assegura que estão a ser tomadas todas as diligências para proteger os utentes daquele centro social. “Quando surgem sintomas mais graves, são logo hospitalizados”.

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Ave

Empresa de Famalicão oferece um milhão de luvas a instituições de solidariedade

Covid-19

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Foto: Divulgação/ Raclac

A Raclac, empresa de descartáveis para a área da saúde, ofereceu um milhão de luvas a Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). As luvas serão distribuídas pela Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) a todas as instituições asssociadas.

“Escolhemos as IPSS pois são entidades que, além de prestarem um inegável serviço público ao longo dos anos a todos nós, estão nesta fase com dificuldades acrescidas. Foi uma forma de dizermos obrigado e de apoiarmos com tudo o que está ao nosso alcance”, justifica Pedro Miguel Costa, CEO da Raclac, citado pelo jornal Solidariedade.

Apanhada pela crise em fase de instalação na nova fábrica de Famalicão, que preconiza um investimento de 23 milhões de euros, a Raclac é o maior fornecedor de descartáveis para a área da saúde e está agora a canalizar toda a produção para os hospitais portugueses.

Além das mais de 2,3 milhões de luvas que fabrica por dia, o CEO da empresa, Pedro Miguel Costa, em declarações ao Jornal T, afirma que a empresa tem já também contratada com mais de 30 fábricas de confeção a produção de outros Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os profissionais de saúde, como fatos com capuz e balaclavas.

“Nesta altura temos obrigação de proteger os nossos. O negócio é secundário e há mês e meio que parámos a exportação”, aponta Pedro Miguel Costa.

A postura da Raclac é elogiada pelo presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha: “Tem estado na linda da frente de uma resposta produtiva que está excessivamente concentrada na Ásia e assume que a única prioridade nesta altura são os nossos profissionais de saúde e que diariamente estão a ser feitas entregas nos mais diversos hospitais. Esta preocupação está também reflectida no lado solidário da empresa. À Protecção Civil Municipal de Famalicão a Raclac já doou 6.000 máscaras cirúrgicas e 20 mil pares de luvas. Um bom exemplo do empreendedorismo e da responsabilidade social dos empresários famalicenses”.

A RACLAC é a única empresa europeia de luvas de exame e a maior fornecedora de descartáveis para a saúde a nível nacional.

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