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Famalicão

Associação de Famalicão associa-se à UNESCO para promover arte

Protocolo foi assinado segunda-feira.

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Foto: Divulgação

A associação “Casa ao Lado”, em Vila Nova de Famalicão”, vai albergar um centro artístico da UNESCO. O protocolo foi assinado na segunda-feira, comprometendo-se aquela associação a colaborar com as instituições locais, regionais e internacionais em iniciativas no domínio das artes que partilhem os ideais da UNESCO.


“A missão d’A Casa Ao Lado passa pelo apoio ao desenvolvimento das capacidades técnicas ligadas às artes junto de públicos de diversas faixas etárias, com especial enfoque em grupos em situação de maior vulnerabilidade social. A inclusão social que promovemos através da arte, roteiros culturais, visitas de estudo culturais e intervenções urbanas enquadra-se nos ideais defendidos pela UNESCO e está na base do interesse de ambas as instituições em reforçarem o seu relacionamento”, explica Ricardo Miranda, diretor artístico de “A Casa Ao Lado”, citado no site da Comissão Nacional da UNESCO.

“O Clube UNESCO – A Casa Ao Lado vai constituir-se como parceiro da comunidade educativa na promoção da educação para todos, visando a plena inserção dos jovens na vida da comunidade, contribuindo assim para o desenvolvimento da região, tendo sempre em atenção os princípios e valores da UNESCO”, reforça Anna-Paula Ormeche, coordenadora da rede de Clubes UNESCO, sublinhando que “os projetos d’A Casa Ao Lado representam um contributo importante na promoção do equilíbrio social e do exercício de uma cidadania mais consciente e participativa”.

“A Casa ao Lado”, criada em 2005, afirma-se como associação que “procura o envolvimento em projetos que, partindo de uma educação/formação artística de base, [que] permitam assegurar o cunho artístico interventivo nas comunidades, consagrando a sua marca e primando pela autenticidade”, conforme apresentação disponível no seu site na Internet.

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Ave

Meios aéreos vão vigiar floresta em Famalicão

Incêndios

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

O programa de vigilância florestal e prevenção contra incêndios do município de Famalicão vai contar este ano com um sistema de vigilância área, anunciou a autarquia.

O projeto piloto é desempenhado no âmbito de parceria com a empresa Flying Equipment Skyline.

O protocolo de cooperação para a utilização deste novo meio de apoio através da captação e transmissão de imagens aéreas foi aprovado na quinta-feira de manhã, em reunião do executivo municipal, e foi um dos temas em destaque na apresentação do Programa Municipal de Vigilância Florestal.

“Trata-se de um recurso que estava a ser testado na área militar e que agora passa também a ter uma utilização civil, complementando o dispositivo municipal de monitorização e vigilância do território”, explicou Ricardo Mendes, vice-presidente e vereador da Proteção Civil, citado em nota de imprensa, acrescentando que se trata de “mais uma ferramenta à disposição das forças de primeira linha de combate aos fogos florestais”.

O responsável técnico da empresa Flying Equipment Skyline, Gerson Fernandes, explicou que no ar a plataforma em causa tem um aspeto semelhante a uma asa de parapente gigante, é motorizada, tripulada e com oito horas de
economia. “É a primeira vez que está a ser utilizada na área da Proteção Civil. No fundo vai estar a monitorizar o território e ao mesmo tempo a comunicar com os serviços municipais de Proteção Civil, identificando os pontos negros e mais perigosos do concelho para que possa haver uma prevenção e atuação mais eficaz naquela zona”, disse.

O esquema de vigilância florestal em Famalicão funciona durante todo o ano, através de um sistema de videovigilância composto por 12 câmaras, sendo que durante o período critico, ou em dias de alerta amarelo ou superior, a vigilância fixa é complementada pela vigilância móvel e vigilância armada, refere a autarquia.

Este ano, o dispositivo de vigilância móvel foi reforçado com 12 operacionais que percorrerão o concelho para prevenir e detetar eventuais focos de ignição.

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Ave

Autarca de Famalicão critica “discriminação evidente” de territórios nos transportes públicos

Política

em

Foto: Transdev (Arquivo)

O presidente da Câmara de Famalicão considera que “existe em Portugal uma discriminação evidente entre os territórios” no que diz respeito aos serviços de transporte público.

“Uma discriminação que resulta essencialmente da política nacional de financiamento aos transportes públicos e que cria diferenças abismais entre os territórios”, acrescenta Paulo Cunha, questionado pelo líder da oposição, Nuno Sá, sobre a escassez de resposta dos transportes públicos no concelho.

Paulo Cunha lembrou que o serviço de transportes público rodoviário é realizado por empresas privadas que gerem legitimamente a sua atividade em função da eficiência económica. “Sem uma política nacional de apoio a este serviço, ao nível do que acontece nas Grandes áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, nunca haverá um serviço de qualidade que fomente realmente a utilização do transporte público”, diz o autarca, citado em nota de imprensa da autarquia enviada às redações. Sem este apoio, “nenhuma operadora poderá arriscar a colocar uma carreira sem ter a certeza que terá utilizadores ou financiamento publico para o custear e é normal que assim seja”, sublinhou.

O autarca critica a forma como foi colocado em prática o chamado PART – Programa de apoio à redução tarifária – “que subsidia o transporte público, ajudando as pessoas a diminuir o seu custo e estimulando o uso dos transportes, o que é saudável, mas que beneficia apenas os concelhos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, discriminando os restantes territórios nacionais, o que é injusto”.

“Faz sentido que as pessoas que vivem nos territórios das grandes áreas metropolitanas tenham melhores condições do que tem quem vive em Famalicão, Braga, Vila Verde ou Terras de Bouro?”, questionou, reiterando que “há aqui claramente uma discriminação e enquanto isso não for resolvido é impossível que haja melhor transporte”.

O PS de Famalicão havia denunciado, em comunicado, a “escassez de viagens” de transportes públicos e o descontentamento com os horários promovidos pelas empresas Arriva e Transdev.

“Depois de, em 29 de maio, ter terminado o período contratual entre a Câmara Municipal e a Arriva, para assegurar os serviços mínimos de transporte, o PS Famalicão considera urgente que a Câmara Municipal analise com profundidade este problema e, em conjunto com as empresas, sejam adotadas as melhores respostas alternativas, capazes de restituir a normalidade do transporte público rodoviário no concelho”, refere comunicado do partido.

Os socialistas entendem que “este deve ser o momento oportuno para que o município assuma os novos desafios da mobilidade como questão prioritária e elabore um Plano Municipal de Transportes capaz de dar resposta às necessidades dos famalicenses de todo o Concelho, numa perspetiva integradora, ambientalmente sustentável e conducente a uma efetiva coesão territorial, incorporando as melhores práticas de mobilidade urbana, intra e intermunicipais”.

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Ave

Construtora de Famalicão escolhida para dar nova vida ao Parque Mayer em Lisboa

Construção

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Foto: Divulgação

A construtora Gabriel Couto, de Famalicão, vai reabilitar o emblemático Teatro Variedades, no Parque Mayer, em Lisboa, numa empreitada com o valor de cerca de cinco milhões de euros, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a empresa refere que a requalificação do espaço será assente num “conceito de intervenção global de forma a reabilitar os espaços principais e completá-los com uma nova envolvente funcional, compreendendo o exterior, acessos e áreas técnicas de apoio”.

Este teatro teve a construção inicial em 1924, num projeto assinado por Urbano de Castro. Foi inaugurado em 1926, tornando-se na segunda casa de espetáculos daquele parque, a par do Teatro Maria Vitória.

Foi alvo de incêndio em 1966 e recuperado na década de noventa, servindo de palco para a televisão.

Em 1992, o encenador Filipe La Féria gravou para a RTP1 o programa “Grande Noite”.

Encerrou no final daquela década não voltando a reabrir.

Sediada em Requião, concelho de Famalicão, a firma Gabriel Couto, liderada pelo engenheiro Carlos Couto. Existe há 71 anos, e tem atividade em Portugal, em África – Angola, Moçambique, Senegal, Zâmbia e Suazilândia -, e na América Central – Honduras, Nicarágua e El Salvador.

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