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Viana do Castelo

8.ª caminhada “Passos de Memória”, em Viana, inclui percurso equestre Lanheses-Montaria

No próximo dia 28 de setembro

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Foto: Ilustrativa / DR

A 8ª caminhada “Passos de Memória” vai realizar-se no dia 28 com um percurso equestre, entre Lanheses e Montaria, sendo que o prazo para inscrições decorre a partir de quinta-feira, informou hoje a Câmara de Viana do Castel.


A caminhada “Passos de Memória” – Percurso Equestre Lanheses-Montaria (Serra de Arga), está integrado na Rede Municipal de Percursos Pedestres do Município.

O percurso equestre “vai realizar a subida da vertente meridional da Serra de Arga, em direção à aldeia serrana da Montaria, partindo da margem direita do rio Lima, junto ao cais onde outrora acostavam as embarcações vindas do lugar da passagem, estabelecendo a ligação entre Moreira de Geraz do Lima e Lanheses”.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição e cujo prazo começa na quinta-feira, a partir das 13:00.

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Alto Minho

Transportadora de Viana do Castelo paga parte de salários de junho

‘Lay-off’

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Foto: DR / Arquivo

O Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN) informou hoje que a Auto Viação Cura, em Viana do Castelo, “pagou parte dos salários de junho e comprometeu-se a liquidar o restante até final da semana”.

“A empresa pagou 70% dos salários, o montante atribuído pela Segurança Social ao abrigo do regime de ‘lay-off’. Os trabalhadores que operam com a mesma entidade bancária da empresa já viram hoje o dinheiro nas suas contas. Os restantes devem ter a verba depositada na conta a partir de terça-feira. A empresa comprometeu-se ainda a liquidar o valor restante até final desta semana”, explicou hoje à agência Lusa o coordenador do STRUN, José Manuel Silva.

José Manuel Silva adiantou que, “face à garantia assumida pela empresa, os trabalhadores da Auto Viação Cura decidiram desconvocar a concentração prevista para terça-feira, à porta da empresa, situada no centro de Viana do Castelo”.

Na sexta-feira, em declarações à Lusa, o dirigente sindical disse que “a empresa pagou metade do salário de março e que, a partir de abril, entrou em ‘lay-off’ e pagou a todos os trabalhadores”.

“Em maio, continuou em ‘lay-off’ mas metade dos trabalhadores não receberam nem os 70% assegurados pela Segurança Social, nem o restante pago pela empresa. Sabemos que a empresa já recebeu a comparticipação da Segurança Social relativa ao mês de junho, mas ainda não pagou a nada a nenhum trabalhador”, explicou na ocasião.

José Manuel Silva adiantou que ter sido foi “enviado um ofício para à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) a denunciar a situação”.

Segundo o coordenador do STRUN, “a empresa emprega cerca de 30 trabalhadores, sendo que apenas entre cinco a seis trabalhadores não estão em regime de ‘lay-off’.

Na altura, contactado pela Lusa, o porta-voz daquela empresa de transporte público, Rui Matos, explicou que “os meses de março, abril e maio estão totalmente liquidados”.

O responsável admitiu “que o mês de junho está por liquidar, que a empresa já recebeu os 70% de comparticipação da Segurança Social, mas que tem um acordo com a comissão de trabalhadores para que os salários possam ser pagos até ao dia 15 do mês seguinte, o que faz ainda mais sentido nesta fase de pandemia de covid-19 que estamos a viver e em que não temos trabalho”.

“Os salários não são só a comparticipação da Segurança Social. Não percebo tanto barulho, nem sabia deste plenário porque há um acordo com a comissão de trabalhadores que os salários podem ser pagos até ao dia 15 do mês a seguir. Hoje ainda é dia 10 e, de facto, o que está em atraso é o mês de junho”, especificou Rui Matos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 569 mil mortos e infetou mais de 12,92 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.662 pessoas das 46.818 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Alto Minho

Museu de Viana do Castelo recebe obra do Novo Banco

Cultura

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Foto: CM Viana do Castelo

Os museus municipais de Viana do Castelo e Mirandela, na região Norte, vão passar a integrar no espólio seis obras cedidas pelo projeto Novo Banco Cultura que se somam às 63 obras em exposição permanente em 29 museus por todo o país.

O protocolo com a Câmara de Viana do Castelo é hoje assinado e contempla a cedência da pintura “Minho. Dia triste”, de Frederico Ayres, ao museu municipal deste concelho minhoto.

Para terça-feira está agendada a oficialização do protocolo com a Câmara de Mirandela para a incorporação no museu municipal Armindo Teixeira Lopes de cinco obras.

Trata-se de obras de Nikias Skapinakis, Luís Noronha da Costa e Maria de Lurdes Ribeiro (Maluda), que passam a integrar o circuito expositivo permanente do museu transmontano.

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Alto Minho

BE defende contratação imediata de profissionais de radiologia em Viana do Castelo

Política

em

Foto: DR / Arquivo

O deputado do Bloco de Esquerda (BE) Moisés Ferreira defendeu hoje, em Viana do Castelo, a contratação de profissionais de saúde para o serviço de imagiologia da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, concessionado desde 2004.

“O Bloco de Esquerda vai endereçar ao Ministério da Saúde uma proposta de contratação imediata de médicos radiologistas que já disseram à administração da ULSAM que têm disponibilidade para serem contratados, e também proporemos a contratação dos técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica que, neste momento, estão subcontratados pela empresa que tem a concessão do serviço”, afirmou hoje à agência Lusa Moisés Ferreira.

Contactado pela Lusa, no final de uma reunião que manteve hoje com a administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), o deputado do Bloco disse que “pelo menos cinco médicos radiologistas poderão integrar o serviço, sendo que três já escreveram à administração daquela estrutura a manifestar disponibilizada de contratação”.

Sobre os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica que atualmente trabalham para a empresa que detém a concessão daquele serviço, Moisés Ferreira disse que “ganham muito mal porque a empresa paga muito abaixo do valor pago pelo SNS e que ainda levam menos rendimento para casa porque são recibos verdes”.

Catarina Martins defende integração de técnicos de radiologia do hospital de Viana no SNS

“Neste momento existem três médicos radiologistas que já manifestaram à administração da ULSAM a disponibilidade para serem contratados e aumentar o mapa de pessoal, e aumentar a capacidade do SNS nesta área. O que falta é que o Ministério da Saúde autorize essa contratação definitiva. Se estas duas coisas, a contratação de médicos e técnicos superiores acontecerem, a ULSAM ficará com capacidade para fazer esses exames. Pode internalizar, de uma vez por todas, esta resposta em vez de andar a concessionar a empresas exteriores que fazem muito mais caro e fazem pior serviço”, sustentou.

Moisés Ferreira adiantou que “o Bloco de Esquerda tem defendido insistentemente que este e outros meios complementares de diagnóstico e terapêutica devem ser internalizados no SNS a prestar estes serviços”.

“Não faz sentido que estes serviços estejam concessionados a privados e que custam ao SNS, por ano, mais de 400 milhões de euros. Temos a total certeza de que se eles forem prestados diretamente pelo SNS custarão muito menos. É uma questão de sustentabilidade do próprio SNS”, disse.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

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