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País

600 especialistas internacionais debatem Cirurgia Ambulatória no mundo

Esperados mais de dois mil participantes

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Foto: DR

A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) vai promover o Congresso Internacional da especialidade, de 27 a 29 de maio, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto. A iniciativa espera mais de dois mil participantes, entre eles 600 delegados de 35 países.


“O programa científico da iniciativa é composto por sessões plenárias de diferentes especialidades como a anestesiologista, diferentes especialidades cirúrgicas, enfermagem e gestão/administração, numa perspetiva educacional e interativa.” explica Carlos Magalhães, presidente da APCA, em comunicado e acrescenta: “este congresso será uma excelente oportunidade para mostrar todo o bom trabalho que estamos a fazer na especialidade de cirurgia de ambulatório, em especial em Portugal. Será, também, um momento privilegiado para avaliarmos o impacto e crescimento da cirurgia ambulatória no nosso país e a nível mundial.”

O congresso abordará diversas temáticas que moldam a atualidade da cirurgia ambulatória, incluindo tópicos como as novas tendências cirúrgicas, anestésicas e tecnológicas.

A iniciativa conta com a participação de 210 abstracts em diversas temáticas e valências. O congresso destina-se a médicos das diferentes especialidades cirúrgicas, anestesiologistas, enfermeiros, administradores e gestores hospitalares.

Até ao momento, a iniciativa conta com representantes de 35 países: Albânia, Alemanha, Angola, Austrália, Bélgica, Brasil, Cabo Verde, Chile, China, Croácia, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América, Estónia, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Índia, Inglaterra, Itália, Japão, Letónia, Moçambique, Nepal, Nigéria, Nova Zelândia, Portugal, República Checa, Rússia, Sérvia, Singapura, Suécia e Suíça.

Nos últimos anos, a cirurgia portuguesa em regime de ambulatório tem tido um desenvolvimento positivo. O principal fator de sucesso tem sido a sua multidisciplinaridade, envolvendo diferentes grupos profissionais, assim como a garantia de segurança e qualidade no tratamento dos doentes.

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País

Exportações portuguesas de saúde subiram cerca de 17% no 1.º semestre para 810 milhões

Economia

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Foto: Twitter / Ministério das Infraestruturas

As exportações portuguesas de saúde cresceram, no primeiro semestre deste ano, quase 17%, para 810 milhões de euros, face ao período homólogo, segundo indicou hoje a associação Health Cluster Portugal.

A entidade, que citou dados da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), tendo como fonte o Instituto Nacional de Estatística (INE), acredita que a “pandemia não afetou a tendência de crescimento” registada nas exportações portuguesas em saúde.

Assim, de acordo com um comunicado, “as exportações em saúde estão em contraciclo com a balança comercial português”, tendo aumentado “quase 17%, (16,4%) enquanto a balança comercial portuguesa diminuiu 17,1%”.

No total, de acordo com a mesma nota, o setor exportou 810 milhões de euros no primeiro semestre de 2020, um valor superior em 115 milhões euros ao do período homologo de 2019.

Os valores referem-se ao fabrico de produtos farmacêuticos de base, de preparações farmacêuticas, de equipamento de radiação e eletromedicina e de instrumentos e material médico-cirúrgico, de acordo com a organização.

“Estes dados reforçam o peso do setor da saúde na economia nacional e refletem o esforço que tem sido feito pelas diferentes entidades no sentido de consolidar a presença de Portugal nos mercados externos”, indicou a associação, na mesma nota.

Por sua vez, Salvador de Mello, presidente do Health Cluster Portugal, acredita que este desempenho demonstra “a resiliência de um setor que tem crescido de forma sustentada, contribuindo para a economia nacional”.

“Estes dados, que também traduzem a aposta que tem sido feita na internacionalização, estão em linha com o pacto de competitividade e internacionalização para a saúde, assinado no ano passado entre o Ministério da Economia e o Health Cluster Portugal”, referiu, citado no comunicado.

De acordo com a mesma nota, em Portugal a saúde conta com “um volume de negócios anual na ordem dos 30 mil milhões de euros e um valor acrescentado bruto de cerca de nove mil milhões de euros, envolvendo perto de 90 mil empresas”, empregando quase 300 mil pessoas.

A Health Cluster Portugal é uma associação privada sem fins lucrativos que reúne atualmente mais de 180 associados, incluindo instituições de investigação e desenvolvimento, universidades, hospitais, organizações da sociedade civil, bem como empresas das áreas da farmacêutica, biotecnologia, tecnologias médicas e serviços.

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País

Infarmed suspende distribuição de um lote de medicamento para tratar anemias

Saúde

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Foto: DR / Arquivo

O Infarmed ordenou a suspensão imediata da distribuição de um lote do medicamento Binocrit, usado para tratar anemias, por terem sido detetados resultados fora da especificação para um parâmetro de impureza, anunciou a Autoridade do Medicamento.

Segundo o Infarmed, o titular da Autorização de Introdução no Mercado (AIM), o laboratório Sandoz Gmbh, irá proceder à recolha voluntária do lote 2003020058 do medicamento Binocrit, epoetina alfa, 30000 U.I./0.75 ml, solução injetável (seis seringas pré-cheias).

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde diz que as entidades que possuam este lote de medicamento em stock não o podem vender, dispensar ou administrar, devendo proceder à sua devolução.

“Os doentes que estejam a utilizar medicamentos pertencentes a este lote não devem interromper o tratamento. Logo que possível, devem contactar o médico para substituir por outro lote ou um medicamento alternativo”, acrescenta.

A suspensão deste lote de Binocrit em Portugal surge seis dias depois de a agência espanhola do medicamento ter ordenado a retirada de outros dois lotes do mesmo medicamento, pelo mesmo motivo.

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País

Polónia levanta restrições a passageiros vindos de Portugal

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Polónia levantou as restrições a passageiros de voos diretos de Portugal, indica hoje uma nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.

“A Polónia retirou Portugal da lista dos países relativamente aos quais mantém restrições de voos diretos, juntando-se assim à Grécia, República Checa, Hungria, Malta, à Roménia, à Bélgica, aos Países Baixos, à Dinamarca e ao Chipre no levantamento total ou parcial de restrições à mobilidade de passageiros oriundos de Portugal”, lê-se no comunicado.

“Os factos corroboram o reconhecimento da transparência da informação fornecida pelo nosso país relativamente à evolução da situação epidemiológica, bem como da evidência da capacidade de resposta do nosso Serviço Nacional de Saúde, que em nenhum momento deixou de garantir acompanhamento às pessoas infetadas com Covid-19”, acrescenta-se na nota.

O Palácio das Necessidades defende ainda que representa o reconhecimento da “evolução positiva da situação epidemiológica em Portugal”, sobretudo na “capacidade para testar em larga escala, “detetar” os casos positivos, “controlar” a transmissão e “tratá-los da forma mais adequada”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 743 mil mortos e infetou mais de 20,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.764 pessoas das 53.223 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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