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Fafe

Mais de 500 cães estiveram na Exposição Canina Nacional em Fafe

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Mais de 500 cães de 100 raças distintas estiveram este fim de semana na Exposição Canina Nacional, em Fafe. Segundo avança a autarquia, a 11ª edição bateu o recorde no que toca ao número de exemplares presentes no Pavilhão Multiusos.

“É, para Fafe, um orgulho receber este tipo de Exposição Canina, cujo sucesso é reconhecido em todo o país. Este ano, contamos também uma Exposição de Produtores Locais que enriqueceu ainda mais este evento. Por aqui passaram várias raças e mais de 500 exemplares caninos que atestam, assim, o sucesso do evento”, disse Pompeu Martins, vereador do Turismo da Câmara Municipal.

Recorde-se que a Exposição Canina Nacional de Fafe é uma das três maiores referências em Portugal entre este tipo de certame. Com resultados ao nível de concorrentes e espectadores destaca-se nas várias mostras patentes nos maiores parques expositores do país.

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Fafe

Festival da Vitela à Moda de Fafe espera superar as 12 mil refeições

Quinta edição do evento.

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Foto: Divulgação

A quinta edição do Festival da Vitela Assada à Moda de Fafe, que hoje tem o seu primeiro dia, espera superar as 12 mil refeições do ano passado, reforçando a oferta de restaurantes, disse à Lusa o presidente da câmara.

“Este ano vamos ter mais restaurantes, passando de quatro para seis”, destacou Raul Cunha, em declarações à Lusa.

O autarca referiu também que a tenda onde vai decorrer o evento gastronómico terá uma maior área para reforçar a capacidade de resposta e o conforto dos visitantes, cada vez em maior número.

“Este é um grande momento para Fafe, por isso estamos, mais uma vez, a trabalhar para que tudo corra bem”, comentou.

O evento abre ao público às 19:00 desta quinta-feira, na Praça das Comunidades, e vai continuar até domingo.

Outra novidade deste ano é a data escolhida, que passou para o mês de outubro, em vez de setembro, como ocorreu nos anos anteriores. A autarquia refere que a mudança procura ir de encontro à vontade dos restaurantes do concelho, tendo em conta que em setembro havia mais dificuldades, por ser mês de férias para muitos colaboradores.

Como habitualmente, a organização é partilhada pelo município e pela Confraria da Vitela à Moda de Fafe.

Raul Cunha sublinha o envolvimento da confraria, porque é a entidade responsável por assegurar a qualidade do produto proporcionado aos apreciadores.

“Para nós, é muito importante que os visitantes não fiquem defraudados, por isso a confraria tem a responsabilidade de sensibilizar e acompanhar os restaurantes, o que tem sido feito nos últimos anos no sentido de ser garantida a qualidade da confeção da vitela à moda de Fafe”, afirmou.

O presidente considera que o número crescente de visitantes, ano após ano, significa que as pessoas têm ficado globalmente satisfeitas e por isso têm voltado.

“O festival é um montra daquele prato tradicional. Temos pessoas que vêm de todo o lado, sobretudo dos concelhos vizinhos”, anotou, enquanto recordava que Fafe, também graças ao evento, é cada vez mais visto como uma terra onde se come boa vitela, consolidando uma tradição de muitas gerações.

A presença de um maior número de restaurantes significa também, segundo Raul Cunha, que a atividade representa retorno económico para os estabelecimentos, não só nos dias do festival, mas também ao longo do ano, “porque os clientes acabam por voltar”.

“Esse é o nosso contributo para ajudar a dinamizar a economia local e também, é importante dizer, para preservar uma tradição gastronómica tão importante para o concelho”, observou, acrescentando que também a hotelaria local regista por estes dias um acréscimo de procura.

O evento assume-se, por isso, como momento que atrai pessoas ao concelho, algumas das quais pela primeira vez, mas que acabam por voltar para o conhecer melhor, concluiu.

Ao longo dos quatro dias, além da refeição principal, os visitantes podem adquirir outros produtos regionais em pequenos espaços de venda, nomeadamente os doces regionais de Fafe, com destaque para o pão-de-ló, vinho verde, fumeiro, compotas e artesanato típico minhoto, incluindo os chapéus de palha, outra tradição fafense.

O evento contará com animação musical, de vários estilos, num palco montado junto à zona das refeições.

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Fafe

Chamas consomem extensa área de mato, 119 bombeiros no local

Numa zona de difícil acesso, a norte.

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Foto: Facebook de BV Fafe (Arquivo)

Um incêndio está a consumir uma extensa área de mato no concelho de Fafe, mobilizando 119 operacionais e um meio aéreo, disse à Lusa fonte dos bombeiros locais.

De acordo com o comandante da corporação de Fafe, Gilberto Gonçalves, as chamas lavram desde as 05:56 nas localidades de Freitas e Vila Cova, no norte do concelho, envolvendo 119 operacionais, de várias corporações, apoiados por 35 viaturas e um meio aéreo.

Segundo os bombeiros, o incêndio tem duas frentes ativas, estando o combate às chamas a evoluir favoravelmente numa delas.

O fogo lavra numa zona de difíceis acessos e sem colocar casas em risco, disse a mesma fonte.

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Fafe

GNR deteve três homens que se envolveram em discussão e agressões

Foram registados três disparos com uma arma de fogo, mas não há registo de feridos.

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Foto: O MINHO/Arquivo

A GNR deteve na quarta-feira três homens que se envolveram numa discussão e agressões em Fafe, tendo-se registado três disparos com uma arma de fogo, sem ocorrência de feridos, disse hoje à Lusa fonte da autoridade policial.

Segundo a GNR, um dos envolvidos na discussão terá sido o autor dos disparos e a Polícia Judiciária está a investigar a ocorrência.

No momento da discussão, que ocorreu por volta das 18:30 de quarta-feira, na rua Luís de Camões, encontrava-se naquela artéria um militar à civil, que chamou reforços para se proceder à detenção dos três elementos envolvidos na contenda.

A GNR desconhece o motivo da discussão, os suspeitos foram constituídos arguidos e são hoje ouvidos no tribunal para conhecerem as medidas de coação.

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