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Guimarães

1250 crianças previstas nas Reisadas em Guimarães

Largo da Oliveira local escolhido para a iniciativa

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O Largo da Oliveira e o Multiusos em Guimarães foram os locais escolhidos para acolher as iniciativas “Vamos Cantar as Reisadas” e o “Encontro de Reis – Idosos”, respetivamente, marcados para a próxima terça feira, 08 de janeirp.

O Município de Guimarães, os Jardins de Infância e ATL unem-se mais uma vez para celebrar o Dia de Reis com todas as suas crianças a cantar as Reisadas no Largo da Oliveira, entre as 10.00 horas às 12.00 horas. Estão confirmadas 19 Instituições e cerca de 1250 crianças, nesta iniciativa: Casa do Povo de Creixomil, Casa do Povo de Fermentões, Centro de Solidariedade Social Cultura e Desporto de Somelos, Centro Paroquial de S. Romão e Mesão Frio, Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, Centro Social Paroquial de Fermentões, Centro Social Paroquial de S. Dâmaso, Centro Social Paroquial N.ª Sr.ª da Conceição, Colégio do Ave, Colégio N.ª Sr.ª da Conceição, Fraterna, GDR “Os Amigos de Urgeses”, Infantário Nuno Simões, Jardim de Infância de S. Francisco, Lar de Santa Estefânia, Obra Social Sagrado Coração de Maria (Vila Pouca), Patronato de São Sebastião, Patronato N.ª Sr.ª da Oliveira e SARC Salgueiral.

Da parte da tarde, terá lugar o “Encontro de Reis – Idosos” entre as 14.30 horas às 17.00 horas, no Multiusos de Guimarães.  No sentido de preservar as tradições que caracterizam a quadra natalícia na proximidade entre as famílias e a comunidade, as Instituições de Apoio a Idosos do concelho vão celebrar os Reis interpretando temas alusivos à quadra.

Estima-se a participação de cerca de 1000 idosos, numa iniciativa que regista a colaboração de 39 instituições: Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães, Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Locais, Casa de Caldelas, Casa do Povo de Briteiros, Casa do Povo de Creixomil, Casa do Povo de Fermentões, Castreja, CCSIS Tabuadelo, Centro Social D. Manuel Monteiro de Castro, Centro Social da Paróquia de Polvoreira, Centro Social de Brito, Centro Social Paroquial de Ronfe, Centro Social N.ª Sr.ª do Carmo, Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, Centro Social Paroquial de Gondar, Centro Social Paroquial de Mascotelos – Santiago, Centro Social Paroquial N.ª Sr.ª da Conceição, Centro Social e Paroquial de S. Cristovão de Selho, Centro Social Recreativo e Cultural de Campelos, Centro Sócio Cultural e Desportivo de Sande S. Clemente, Clihotel, Encontro de Saberes, Fraterna, Irmandade de N.ª Sr.ª da Consolação e Santos Passos, Lar de Santo António, Lar Beneficente de S. Jorge de Selho, Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, Venerável Ordem Terceira de S. Domingos, Venerável Ordem Terceira de S. Francisco, CAISA, Centro de Convívio de Mesão Frio, Centro Social Cultural e Desportivo de Silvares, Grupo Bem Viver, Grupo de Convívio de Infantas, Projeto Candoso Ativo, Projeto Enreda-te, Projeto Intervenção Local e Projeto Raízes.

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Guimarães

Mais pequenos podem “curtir Ciência no verão” em Guimarães

As actividades têm um custo associado: seis euros por dia ou 25 euros por semana

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Foto: DR

Construir máquinas que fazem desenhos, criar “super slimes” ou ser um mini-chef são algumas das atividades que as crianças com idades entre os 6 e os 12 anos, podem fazer no “Curtir Ciência no verão”, um programa elaborado pelo Centro de Ciência Viva de Guimarães para o mês de Julho.

Outra das propostas é uma oficina que alia ciência e literatura e que consiste na apresentação encenada do conto inédito “A Cidade dos Elementos”, intercalada com várias atividades experimentais ligadas à Química.

A edição deste ano arranca no dia 01 de julho com a oficina “A Ciência do Jogo”, que inclui a oferta de um pequeno jogo produzido nas impressoras 3D do Curtir Ciência.

A segunda semana abre com a apresentação do conto inédito “A Cidade dos Elementos”, cujas personagens são os Elementos Químicos da Tabela Periódica. O programa encerra com o “Quiz de Ciência”, que põe à prova os conhecimentos dos participantes através da realização de experiências práticas.

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Guimarães

Homem detido por alegado tráfico de droga em Guimarães

Suspeito de 54 anos

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Foto: DR/Arquivo

A PSP anunciou hoje a detenção, em Guimarães, de um homem de 54 anos, por suspeita de tráfico de estupefacientes.

Em comunicado, a PSP refere que a detenção ocorreu na noite de sábado, tendo o suspeito sido intercetado na posse de heroína suficiente para 19 doses, cocaína suficiente para seis e haxixe suficiente para oito, além de 0,61 gramas de liamba.

A droga foi apreendida e o detido notificado para comparecer nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

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Guimarães

Relação agrava pena de subcomissário que agrediu adeptos do Benfica em Guimarães

Caso ocorreu em 2015

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O subcomissário Filipe Silva. Foto: O MINHO/Arquivo

O Tribunal da Relação de Guimarães agravou para três anos e meio a pena de prisão, suspensa na sua execução, de um subcomissário da PSP por agressão a dois adeptos do Benfica naquela cidade, em maio de 2015.

Em nota hoje publicada no seu site, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que em primeira instância o arguido, Filipe Silva, tinha sido condenado a três anos de prisão, com pena suspensa, resultando o agravamento de um recurso interposto pelo Ministério Público.

A defesa do arguido também recorreu, pedindo a absolvição, mas este recurso foi indeferido.

O arguido foi condenado por dois crimes de ofensa à integridade física qualificada, relativos às agressões, e dois crimes de falsificação de documento e dois crimes de denegação de justiça e prevaricação, por alegadamente ter feito constar factualidade falsa no auto de notícia.

Terá ainda de pagar, em conjunto com o Estado, uma indemnização de 7.000 euros às vítimas, pai e filho, por danos não patrimoniais.

Para a condenação, o tribunal teve em conta o “elevado” grau de ilicitude da atuação do arguido, as lesões que provocou às vítimas, as elevadas exigências de prevenção geral em relação ao crime de ofensas à integridade física e o facto de o arguido não ter manifestado arrependimento.

Os factos remontam a 17 de maio de 2015, logo após o final do jogo entre o Vitória Sport Club e o Sport Lisboa e Benfica, no exterior do Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

O tribunal considerou que uma das vítimas dirigiu “impropérios” a Filipe Silva e que este lhe “desferiu bastonadas”, atingindo-a ainda com uma joelhada nas costas.

Além disso, o arguido agrediu o pai daquele adepto com “dois socos no rosto”.

Para o tribunal, em ambos os casos o arguido utilizou “de forma excessiva” os meios coercivos de que dispunha, “no âmbito dos poderes funcionais que lhe foram legalmente conferidos para o exercício da função policial”.

Agiu, assim, “com grave abuso de autoridade, valendo-se da posição superior de autoridade em que estava investido para consumar a agressão, bem sabendo da especial censurabilidade da sua conduta”, segundo a decisão judicial.

Ainda segundo o tribunal, o arguido elaborou um auto de notícia e um relatório com dados que “não correspondiam à verdade, assim pretendendo justificar a conduta em que incorrera”.

No auto de notícia, o subcomissário escreveu que o adepto mais novo resistiu a uma ordem de detenção e cuspiu-o, ameaçou-o e injuriou-o.

Foram anexadas fotos de um rasgão no polo da farda, alegadamente provocado pelos adeptos.

No recurso interposto para a Relação, a defesa de Filipe Silva alega que o adepto filho injuriou o subcomissário e resistiu a várias tentativas de detenção, pelo que o arguido teve necessidade de desferir “impactos” com os bastões que detinha, para o imobilizar.

O recurso refere ainda que o adepto pai agarrou Filipe Silva pelas costas, rasgando-lhe o uniforme e provocando-lhe escoriações na zona das axilas, pelo que o arguido lhe desferiu dois socos para se libertar do “ataque”, num quadro de “legítima defesa”.

Sublinha que os dois adeptos tiveram um comportamento “ofensivo e ilícito, sempre em crescendo” e que o subcomissário sentiu “forte receio e pânico”, chegando a temer pela própria vida, já que nas imediações estavam cerca de 5.000 adeptos e se registava “um clima de clara confrontação com as autoridades”.

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