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Esposende

Cem deram o primeiro mergulho do ano em Apúlia

Após cinco quilómetros de aquecimento pela marginal de Apúlia.

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Fotos: Divulgação

A tradição cumpriu-se. O grupo de corrida “Apúlia a Correr” juntou esta terça-feira, primeira dia de 2019, cerca de uma centena de amigos para o 1º Mergulho do Ano, em Apúlia, concelho de Esposende.

Foto: Divulgação

A actividade iniciou-se junto ao Castelinho, pouco passava das 10:00 da manhã, com uma corrida de 5 quilómetros pela frente marítima e culminou com o primeiro mergulho do ano na praia local.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

“Esta é uma iniciativa livre e espontânea em que se pretende promover o convívio entre entusiastas da corrida, familiares, amigos e conhecidos, dando início a um novo ano de corridas”, referem os promotores.

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Esposende

Jovem de 26 anos suspeito de “vários” crimes de abuso sexual de criança de 12 anos em Esposende

Vítima terá sofrido abusos durante quase um ano

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Foto: Ilustrativa / DR

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga deteve um homem de 26 anos suspeito de “vários” crimes de abuso sexual de criança, cometidos sobretudo na zona de Esposende, anunciou hoje aquela força.

Segundo a PJ, os abusos iniciaram-se no verão de 2017, quando a vítima tinha 12 anos de idade, e prolongaram-se por cerca de um ano.

Fonte da PJ disse à Lusa que os abusos terão ocorrido sobretudo na zona de Esposende, mas também em vários outros pontos do país.

O suspeito vai ser presente à autoridade judiciária para aplicação das respetivas medidas de coação.

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Esposende

Nova unidade de saúde familiar de Esposende a funcionar a partir de hoje

Equipa multiprofissional passa a integrar três médicos de família, três enfermeiros e três secretários clínicos

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Foto: DR

A atual Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (USP) Esposende/Belinho, instalada no edifício do Centro de Saúde de Esposende, passa formalmente, a partir de hoje, a Unidade de Saúde Familiar (USF) Farol Esposende.

A nova USF é composta por dois polos, um localizado nas instalações do atual Centro de Saúde de Esposende e o outro em Belinho, no edifício também já existente na Rua Padre Avelino Alves Sampaio.

O Coordenador da USF Farol Esposende, Francisco Xavier, explicou que a equipa multiprofissional foi reformulada passando a integrar três médicos de família, três enfermeiros e três secretários clínicos.

“Com este modelo de trabalho em equipa pretende-se incrementar a qualidade dos serviços prestados e proporcionar uma maior estabilidade no atendimento, essencial à continuidade de cuidados”, referiu o clínico, numa nota municipal, clarificando que “esta reestruturação funcional melhorará a acessibilidade dos utentes aos Cuidados de Saúde Primários permitindo a atribuição de Médico de Família aos cidadãos residentes no concelho que ainda não o tenham”, sendo que já estão em curso as inscrições de novos utentes.

O Presidente da Câmara Municipal assinalou que a criação desta Unidade de Saúde Familiar “vem assegurar a manutenção do posto de atendimento de Belinho que esteve em risco de encerramento, com consequências extremamente penalizadoras para a freguesia”.

Benjamim Pereira expressou, por isso, satisfação pela criação da nova estrutura, na medida em que contribuirá para “a melhoria de vida das populações, objetivo que todos perseguimos, enquanto intervenientes diretos na causa pública” e enquanto entidades que perseguem o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, nomeadamente Saúde de Qualidade (ODS 3) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 17).

Para o diretor do ACES Cávado, Fernando Ferreira, a criação da USF Farol Esposende “representa um passo qualitativo na prestação de cuidados de saúde às populações locais, constituindo o ponto de partida de uma caminhada que se traduzirá num trabalho contínuo”.

Realçou, de resto, que “a proximidade entre a autarquia e as estruturas de saúde se insere num contexto de perspetivas e objetivos comuns, no caso, a melhoria da qualidade de vida da população”.

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Caminha

Plano da Orla Costeira Caminha-Espinho está “a ser aprovado”

Segundo a Agência Portuguesa do Ambiente

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Foto: DR/Arquivo

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Nuno Lacasta, garantiu hoje que o Plano de Ordenamento da Orla Costeira Caminha – Espinho (POC-CE) está “essencialmente concluído”, estando “a ser aprovado”.

“Foi um diálogo de muitos meses, onde as posições foram convergindo e permitiu, por isso, de facto aprovar o plano”, sublinhou, em declarações à margem da cerimónia de assinatura dos protocolos de Colaboração “Por um País com um Bom Ar”, no Porto.

Segundo aquele responsável, o plano que acolheu as preocupações dos municípios, “está essencialmente concluído”, estando “a ser aprovado”.

Uma vez que “a gestão do território é predominantemente municipal”, o próximo passo, apontou Nuno Lacasta, é transpor para os Planos Diretores Municipais (PDM), o novo Plano de Ordenamento da Orla Costeira Caminha-Espinho que prevê a demolição de 34 edifícios e centenas de habitações.

Em 26 de abril, o Ministério do Ambiente estimava que a proposta final do Plano de Ordenamento da Orla Costeira Caminha-Espinho, pudesse ser apresentada para aprovação até à primeira semana de junho.

Numa resposta enviada à Lusa, em 26 de abril, a tutela garantia que o processo estava já em fase final de ponderação dos resultados da discussão pública, seguindo-se a audição dos municípios e da CCDR-N no que respeita às formas e prazos de adaptação dos Planos Municipais de Ordenamento do Território (PMOT).

De acordo com os dados revelados pela tutela, a 15 de fevereiro, POC-CE recebeu 1152 contributos no âmbito da consulta pública, sendo que cerca de 75,9% foram submetidas por entidades privadas.

O novo plano da orla costeira da APA prevê o ordenamento de 122 quilómetros de costa e abrange nove municípios entre Caminha e Espinho, sendo que todos eles se pronunciaram no âmbito desta consulta pública.

O documento, que esteve em consulta pública até 14 de dezembro, levou o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, a reunir em novembro com autarcas de Caminha, Viana do Castelo, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Porto e Espinho.

Só Matosinhos e Vila Nova de Gaia não pediram, à data, uma audição urgente para expressar as suas preocupações.

No final dessa reunião, que aconteceu a 07 de novembro, Matos Fernandes desvalorizava a polémica em torno do novo POC-CE, sublinhando que era “normal que os autarcas” viessem “a público dizer o pensam”.

O novo POC-CE teve o parecer favorável condicionado de sete autarquias e várias instituições públicas e desfavorável das câmaras do Porto e de Espinho.

Na proposta da APA determina-se a demolição de 34 edifícios, incluindo o Edifício Transparente, no Porto, que custou 7,5 milhões de euros, bem como centenas de casas de 14 núcleos habitacionais e vários restaurantes.

O plano limita, e em muitas zonas até proíbe, a construção de habitações frente ao mar e preconiza o recuo planeado de 14 aglomerados, dos quais 12 em “áreas críticas” expostas a fenómenos extremos e ao risco de erosão e de inundações.

Em causa está a retirada progressiva de edifícios em risco ou ilegais em cima das dunas nas praias da Amorosa, Pedra Alta (Viana do Castelo), Pedrinhas, Cedovém, Suave Mar, Ofir Sul (Esposende), A-ver-o-Mar (Póvoa de Varzim) Congreira, Mindelo, Pucinho (Vila do Conde), Marreco (Matosinhos), Madalena, Valadares (Gaia) e Paramos (Espinho).

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