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Em 12 anos esta é a segunda morte em Vila Verde numa pirotecnia e a sétima no Minho

Braga

Em 12 anos esta é a segunda morte em Vila Verde numa pirotecnia e a sétima no Minho

Ramiro Torres é a segunda morte numa empresa de pirotecnia em Vila Verde num espaço de 12 anos. Em 2005, em Penso São Vicente, uma funcionária de uma empresa morria também numa explosão.

Esposende, Póvoa da Lanhoso, Amares e Ponte de Lima são os concelhos que registam óbitos em acidentes de trabalho relacionados com a pirotecnia.

CRONOLOGIA:

8 de agosto de 2017 – um morto numa explosão numa fábrica de pirotecnia em Azões, Vila Verde

30 de julho de 2010 – um morto numa fábrica de pirotecnia em Amares.

17 de fevereiro de 2010 – dois trabalhadores morrem em oficina de pirotecnia da Póvoa de Lanhoso.

07 de agosto de 2008 – explosão numa oficina de Ponte de Lima causa ferimentos em oito trabalhadores, um dos quais acabou por falecer nove dias depois.

30 de março de 2005 – morre uma funcionária numa explosão numa fábrica de S. Vicente de Ponte, Vila Verde.

31 de janeiro de 2005 – explosão do paiol de uma fábrica de pirotecnia em S. Paio de Antas, Esposende, mata um trabalhador.

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